segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Tomando jeito


Bem ensaiados, irmãos Cavalera revivem álbuns que pavimentaram o sucesso internacional do Sepultura há quase 30 anos.

Max Cavalera faz a clássica mão de fogo: tocando a guitarra de quatro cordas que lhe é peculiar
Max Cavalera faz a clássica mão de fogo: tocando a guitarra de quatro cordas que lhe é peculiar
 
 
Antes de o show terminar acontece aquilo que se anunciara durante toda a noite. O vocalista, na música final, já sem a guitarra que abraçou incrivelmente durante o show, se joga sobre o público num ato de puro congraçamento, não sem antes se certificar: “Vocês me seguram? Eu tô gordão!”. É “Ace Of Spades”, é mosh, é body surfing, tudo acontece como há quase trinta anos, nesse mesmo Circo Voador, com ótimo público na noite desta sexta (1/11). As limitações do tempo - do passar do tempo, ah, o tempo… - não impedem, dessa vez, que Max e Iggor Cavalera - ou Cavalera Conspiracy, como queiram - façam um ótimo show, mostrando surpreendente forma física, se compararmos com passagens recentes por essas plagas.
 
 
Porque, dessa vez, os caras parecem ter se preparado melhor, ensaiado com o afinco que a história deles merece, sobretudo Iggor, já que dele depende a agressividade de todo o repertório da fase que engloba os álbuns “Beneath The Remains” e Arise”, lançados respectivamente em 1989 e 1991. São ao discos que prepararam o Sepultura para a carreira internacional, consolidada em grande estilo e sucesso global com os posteriores “Chaos A.D.” (1993) e “Roots” (1996). Depois, a empresária da banda foi demitida, levou Max, marido dela junto, e o resto está hoje nas biografias de parte a parte. Trata-se de um repertório, por assim dizer, intermediário, antes das influências de quem vive o mainstream do metal e da música mundial, e depois do início bronco/ingênuo, lá em Belo Horizonte, que o Cavalera Conspiracy, como banda, tentar atualizar nos discos com músicas inéditas.



Em ótima forma física, Iggor Cavalera tem umas de suas melhores performances desde o Sepultura
Em ótima forma física, Iggor Cavalera tem umas de suas melhores performances desde o Sepultura
 
 
Quem passou pelas catracas do Circo esperando ver a banda tocando a íntegra dos dois álbuns, contudo, teve que se contentar com seis, de um total de nove, do “Beneath…”, e outra meia dúzia, das 10 do “Arise”. Matemática à parte, a solução se mostrou bastante eficiente, já que todas a músicas foram tocadas com o empenho, a agressividade e a técnica tal qual foram gravadas e eram executadas pela formação clássica do Sepultura nesse mesmo Circo Voador – ao menos as do “Beneath…”, depois a casa ficou pequena pra eles -, sem enrolação, sem pot-pourri, sem agora-cantem-vocês-que-eu-esqueci-a-letra-e-tô-sem-voz. E com Max tocando a guitarra suja de quatro cordas que lhe é peculiar durante todo o show. E com Iggor – repita-se – em uma de suas melhores performances nos últimos tempos, desde que se reuniu com o brother Max.


Por isso a dobradinha “Beneath the Remains”/“Inner Self”, aquela mesmo que a TV Globo proibiu por ser muito pesada, e que tem um duplo bumbo de mudar a vida da pessoa, abrem a noite de forma avassaladora, com o plus do som do Circo, um dos melhores da cidade, bem equalizado e em um volume abissal. Por isso “Dead Embrionic Cells”, um clássico eterno do Sepultura, faz a plateia pular em uma enorme onda, como também acontece no cover de “Orgasmatron”, do Motörhead, bônus de “Arise”, que viralizou em uma MTV de sinal aberto antes mesmo de a internet arruinar o mercado da música. E por isso “Desperate Cry”, uma das preferidas de Max – de quem não é? -, surge como uma moto-niveladora a passear sobre o público.


O ótimo guitarrista Marc Rizzo, parceiro de Max Cavalera no Soulfly há uns 15 anos, debulha a guitarra
O ótimo guitarrista Marc Rizzo, parceiro de Max Cavalera no Soulfly há uns 15 anos, debulha a guitarra
 
 
Até músicas menos conhecidas/bombadas na mídia de um modo geral ganham um realce no show, como “Stronger Than Hate”, com a primeira debulhada de um seguro Marc Rizzo, parceiro de Max há uns 15 anos, e o solinho final de baixo recriado pelo correto Mike Leon, ambos integrantes do Soulfly. “Altered State”, por sua vez, recebe uma jam instrumental na onda religiosa/bíblica de Max, para desaguar em uma transição feroz, incluindo as duas guitarras nervosas e o vocalista realmente possesso na beirada do palco, como poucas vezes se viu nos tempos mais recentes. Revisados os dois álbuns, o bis guarda pedradas indispensáveis como “Refuse/Resist”, cujo pioneiro arranjo de bateria mudou meio mundo, e na qual Max promove a “abertura do Mar Vermelho” na plateia, e “Roots Bloody Roots”, maior hit do Sepultura em todos os tempos. Disparado uma das melhores apresentações dos irmãos Cavalera desde o fatídico ano de 1996. Agora, sim, se pode pensar numa volta da formação clássica.


Um problema no cronograma dos shows fez o Enterro, que tocaria antes do CC, se apresentasse depois, encerrando a noite. O convite feito pelo próprio Max Cavalera – grande apoiador do metal nacional, diga-se -, e o apelo do vocalista/baixista Alex Kafer, além do som “do ramo” do DJ Terror, mantiveram um bom público no local, para um show conciso e bem pesado. O som cru da banda, tocando como trio, já que China, um dos guitarristas, não pode ficar, se revelou ainda mais “faca no estômago”, com Donida, o outro, mostrando toda sua habilidade no segmento, um deleite para os fãs de metal que, destruídos, mantiveram postura mais contemplativa. Na abertura, mais cedo, o veterano Endrah tocou para o público que ainda chegava, e fez um show pesado e com certo groove, muito embora a banda tenha raízes no death/thrash metal, com um quê de hardcore nova-iorquino anos 90. Um ótimo aquecimento para uma bela noite do metal nacional.



Rizzo, Max e o baixista Mike Leon, outro integrante do Soulfly na exibição dos Cavalera Conapiracy
Rizzo, Max e o baixista Mike Leon, outro integrante do Soulfly na exibição do Cavalera Conspiracy

Set list completo:
1- Beneath the Remains
2- Inner Self
3- Stronger Than Hate
4- Mass Hypnosis
5- Slaves of Pain
6- Primitive Future
7- Arise
8- Dead Embryonic Cells
9- Desperate Cry
10- Altered State
11- Infected Voice
12- Orgasmatron
13- Ace of Spades
Bis
14- Troops of Doom
15- Refuse/Resist
16- Roots Bloody Roots
17- Beneath the Remains/Arise



Fotos: Daniel Croce
Fonte: Rock Em Geral
 

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Halestorm libera making-of do clipe de “Do Not Disturb”



Halestorm libera making-of do clipe de “Do Not Disturb”  
 Imagem divulgação


O Halestorm liberou através de seu canal oficial do YouTube, os bastidores da gravação do videoclipe de “Do Not Disturb”.

O vídeo mostra o processo de produção do clipe dirigido por Roboshobo, destaca os figurinos, as maquiagens, cenários e o elenco.

A vocalista Lzzy Hale ainda revelou que a história de terror contada no videoclipe,  foi baseada em fatos reais que ela mesmo vivenciou.

A faixa “Do Not Disturb” faz parte do álbum “Vicious”, lançado em julho deste ano. Utilize o player abaixo e assista o making-of completo do clipe:





Fonte: Rádio Rock

sábado, 13 de outubro de 2018

O DVD “Synthesis Live”, da banda Evanescence, chega às principais lojas

  


Chega hoje às principais lojas do país o DVD “Synthesis Live”, da banda Evanescence. O registro do trabalho foi gravado durante a turnê de divulgação do quarto álbum de estúdio da banda, “Synthesis”, lançado em 2017. Esta foi a primeira turnê em que a banda incluiu uma orquestra, com 60 shows em diferentes cidades da América do Norte, entre os anos de 2017 e 2018, além de 4 apresentações na Oceania e 18 na Europa, durante este ano.
TRACKLIS:
1.Overture
2. Never Go Back
3. Lacrymosa
4. The End of the Dream
5. My Heart is Broken
6. Lithium
7. Bring Me To Life
8. Unravelling (Interlude)
9. Imaginary
10. Secret Door
11. Hi-Lo 12. Lost in Paradise
13. Your Star
14. My Immortal
15. The In-between (Piano Solo)
16. Imperfection
17. Speak to Me
18. Good Enough
19. Swimming Home







Fonte: Universo do Rock

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Em discurso, Roger Waters deixa claras suas opiniões políticas; assista

Estivemos em mais um lindo show do ex-Pink Floyd no Brasil, e traduzimos pra você o maior momento de interação do cantor


 Roger Waters em São Paulo 
(foto: Rafael Teixeira/TMDQA!)



Depois de uma primeira noite polêmica, Roger Waters voltou ao Allianz Parque nesta quarta-feira (10/10) para mais uma apresentação de sua turnê Us+Them em São Paulo. O lendário cantor se mostrou um pouco mais cauteloso no discurso político, mas ainda irônico, e sem deixar de marcar suas posições, como fez em 50 anos de carreira.




O show foi impecável e, como na noite anterior, passeou por vários momentos da discografia do Pink Floyd. O imenso telão e efeitos sonoros davam o clima para clássicos do The Dark Side of The Moon (1973), como “Breathe” e “Time”, e de Animals (1977), como “Dogs” e “Pigs”. A mescla com ótimas canções do disco mais recente de Waters, Is This The Life We Really Want? (2017), foi perfeita.


Mas grande parte da expectativa era para as mensagens políticas que o músico costuma exibir, como a crítica que fez ao candidato do PSL à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, na primeira noite. Antes de “Mother”, já perto do fim do espetáculo, ele reconheceu que suas mensagens no show anterior podem ter gerado reações e discussões violentas entre o público. Mas pediu pra que todos se unam para “lutar contra os porcos, não uns contra os outros”, e garantir direitos humanos para todos:


Nós ficamos sabendo de alguns conflitos no estádio e no estacionamento depois do show de ontem, e isso pode ter tido a ver com algo que eu fiz ou falei durante a apresentação. Eu não sei. Mas o que vou sugerir é o seguinte: qualquer interesse nosso, em comunidade, nesse frágil planeta, deveria ser no sentido de criar um futuro para nossas crianças, os filhos deles e as futuras gerações. Precisamos encontrar um jeito de catalisar nossa energia e nossa raiva para lutar contra os malditos porcos, não uns contra os outros.

[Nesse momento, partes da plateia começaram a gritar manifestações políticas diversas]. Eu não tenho ideia do que isso significa. Ei, pessoal. Eu não sei o que vocês estão gritando. Tenho certeza que é algo interessante, mas estou de fora dessa conversa, porque não entendo.

De qualquer forma, só escutem por um segundo. Eu acho que nós podemos – pelo menos a maioria das pessoas neste estádio – eu sinto o amor nesse lugar, eu senti vindo de vocês. A maioria de nós entende que queremos um futuro para as crianças. E esse futuro precisa ser baseado no reconhecimento de que direitos humanos e individuais são importantes, e todos os seres humanos, em todas as partes do planeta, independente de sua etnia, religião ou nacionalidade, merece direitos humanos básicos.

E isso também é verdade nesse país lindo de vocês, o Brasil. E essa é a hora em que eu menciono nossos irmãos e irmãs na Palestina. É verdade pra eles também. E eu vi algumas pessoas aqui na primeira fila com uma bandeira de Israel, isso é adorável.

A gente fez uma espécie de comentário sobre bombas nucleares mais cedo, durante ‘Money’ [no meio da música, os instrumentos pararam e o estádio ouviu o som de algo se aproximando, cada vez mais alto, até que houve um grande estrondo]. Foi apenas a segunda vez que fizemos isso, porque só recentemente percebemos que era uma maneira de dizer: ‘que coisa horrível seria se houvesse uma guerra nuclear!’ Mas chega disso. A próxima música tem algo a ver com tudo o que eu falei. Ela é para a minha mãe.



Houve um momento em que a plateia confundiu o cantor com gritos diversos, em português. Mas, no geral, o clima foi de respeito e idolatria ao ex-Pink Floyd. Também não presenciamos nenhum ato de violência ou intolerância entre o público nessa segunda noite, apesar de uma faixa que o hostilizava em um dos setores do estádio.


Assista ao discurso

 


 

Roger Waters no Brasil


Vale lembrar que o cantor vai passar o mês inteiro aqui no Brasil fazendo shows pelo país. Um deles, em Curitiba, acontecerá no dia 27 de outubro, véspera do segundo turno das eleições brasileiras.


Você pode encontrar ingressos para os shows de Roger Waters por aqui.

 

 

Fonte:  Tenho mais discos que amigos

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Após 45 anos, banda Kiss anuncia aposentadoria: "Estamos dizendo adeus"


Grande série de shows, intitulada 'Kiss End of the Road World Tour', deve ser a última da banda de hard rock

 Paul Stanley, Tommy Thayer, Eric Singer e Gene Simmons, da banda Kiss (Foto: Getty Images) 


Os fãs mal estão acreditando, mas a banda Kiss, há 45 anos na estrada, está dando adeus. O anúncio foi feito no site oficial do grupo de hard rock, na quarta-feira (19), quando publicaram que a turnê Kiss End of the Road World Tour será a última.

Nos comentários de um post feito no Instagram muitos fãs lamentaram que Paul Stanley, de 66 anos, (vocal e guitarra), Tommy Thayer, 57 (guitarra solo), Eric Singer, 60 (bateria  e percussão) e Gene Simmons, 69 (vocal e baixo) vão se despedir do público.

"Oh, meu Deus, é verdade", lamentou um seguidor. "Não, não, não, não, não, não, 45 anos não são suficientes! Nos dê mais cinco! Exército Kiss para sempre", escreveu outro. Eles ainda publicaram em seu site oficial uma carta aos fãs.

"Depois de uma carreira épica e histórica de 45 anos, que lançou uma era de lendas do rock'n roll, Kiss anunciou com exclusividade ao programa America´s Got Talent desta noite que está pendurando as botas. Parte do Hall da Fama do Rock & Roll, com mais de 100 milhões de álbuns vendidos no mundo e turnês que passaram por praticamente todas as cidades do mundo. Tocaram para reis e rainhas, veteranos de guerra e milhões de devotos ao Exército Kiss, eles vão fazer suas últimas apresentações como parte da turnê End of the Road World Tour", dizia trecho do comunicado.

"E tudo o que construímos e conquistado nessas mais de quatro décadas jamais poderíamos imaginar que aconteceria sem as milhões de pessoas ao redor do mundo que encheram clubes, bares, arenas e estádios nesses anos todos. Esta será a celebração final para aqueles que já nos assistiram e a última para aqueles que nunca nos assistiram. Exército Kiss, estamos dizendo adeus e vamos sair do mesmo jeito que entramos...  sem remorsos e incessantes", completou a banda. Leia na íntegra CLICANDO AQUI.

Vale lembrar que esta não é a última vez que a banda anuncia uma turnê de despedida. A Kiss Farewell Tour, entre 2000 e 2001, era para ser a última, mas o grupo declarou que não estavam se aposentando, como haviam planejado.

Em meados de 2017, durante uma entrevista, Gene Simmons, hoje com 69 anos, falou sobre a hora de parar. "Não vamos conseguir fazer isso nos nossos 70 anos. Estou com 67 agora.   e vamos fazer por mais algum tempo. E, quando acharmos que é hora de se despedir, nós iremos. E vamos fazer do jeito certo, com uma grande festa. Gosto de pensar que faremos algo que vai chacoalhar o planeta."





(Por Léo Gregório)

Fonte: Revista Quem


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Pearl Jam: cartaz com Casa Branca em chamas e Trump morto recebe críticas

Pearl Jam: cartaz com Casa Branca em chamas e Trump morto recebe críticas 

O Pearl Jam fez uma publicação polêmica em sua conta oficial do Twitter, um pôster que mostra a Casa Branca em chamas e uma águia careca, que poderia representar o presidente Donald Trump.

Trata-se da divulgação de um show que rolou na segunda-feira (13), em Missoula, no estado americano de Montana, que foi uma colaboração entre o baixista Jeff Ament e Bobby Brown, um artista também conhecido como Bobby Draws Skulls.

A intenção do show,  intitulado “Rock2Vote”, era incentivar os jovens a votar nas eleições de novembro e apoiar o senador democrata Jon Tester, de Montana.

No site oficial do Pearl Jam, Jeff Ament deixou uma mensagem sobre a iniciativa:

“A banda está super animada para vir a Missoula e ajudar a energizar os eleitores, pois acreditamos que é um momento crítico em nossa democracia. Todo voto é importante. Nós estaremos fazendo o que fazemos, apoiando as questões em que acreditamos, e queremos que nossos fãs se juntem a nós votando e participando das eleições e participando de um grande show de rock no estádio Washington-Griz”.

O Comitê do Senado Republicano Nacional criticou o cartaz dizendo que é “incentivo à violência”. 


O Pearl Jam não se manifestou sobre as críticas.
Veja o pôster abaixo:
 


Fonte: Rádio Rock

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Metallica toca no Brasil em 2019, diz jornalista



Metallica toca no Brasil em 2019, diz jornalista

A coluna de Anselmo Góes no jornal “O Globo” deste domingo (24) diz que o Metallica está acertando uma apresentação no Brasil para o ano que vem.

O jornalista acrescentou que o contrato com a empresa responsável pelo show está quase pronto, no entanto, não trouxe mais detalhes sobre a presença da banda em solo brasileiro, como se mais de uma apresentação está sendo programada.

O Metallica encerrou em maio sua turnê europeia e estará de volta aos palcos a partir de 2 de setembro para mais um giro pela América do Norte. O primeiro compromisso de 40 datas é no Khol Center de Madison, no Wisconsin, e a turnê encerra-se em 13 de março, quado a banda se apresenta na Van Andel Arena de Grand Rapids, no Michigan.


De acordo com essa agenda oficial do site dos caras, para eles pintem aqui no Brasil os compromissos teriam de ser marcados a partir da segunda quinzena de março.


Se realmente o Metallica passar pelo nosso território nacional no ano que vem, quem realmente deverá se dar bem são as instituições de caridade, já que a banda vem se destacando com uma ação de sua fundação que ajuda comunidades vulneráveis por onde passa.


No começo do mês o Metallica recebeu o Polar Music Prize, premiação considerada o “Prêmio Nobel da Música”, em uma cerimônia especial em Estocolmo, na Suécia, que rendeu ao grupo cerca de 130 mil dólares. De acordo com a Billboard, o total foi doado para três instituições de caridade: 50% foram destinados para uma entidade da cidade de Estocolmo que ampara os desabrigados, 25% para a ONG internacional “World Childhood Foundation” e outros 25% para o Instituto Nacional de Música do Afeganistão.




Fonte: Rádio Rock 

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