sábado, 13 de outubro de 2018

O DVD “Synthesis Live”, da banda Evanescence, chega às principais lojas

  


Chega hoje às principais lojas do país o DVD “Synthesis Live”, da banda Evanescence. O registro do trabalho foi gravado durante a turnê de divulgação do quarto álbum de estúdio da banda, “Synthesis”, lançado em 2017. Esta foi a primeira turnê em que a banda incluiu uma orquestra, com 60 shows em diferentes cidades da América do Norte, entre os anos de 2017 e 2018, além de 4 apresentações na Oceania e 18 na Europa, durante este ano.
TRACKLIS:
1.Overture
2. Never Go Back
3. Lacrymosa
4. The End of the Dream
5. My Heart is Broken
6. Lithium
7. Bring Me To Life
8. Unravelling (Interlude)
9. Imaginary
10. Secret Door
11. Hi-Lo 12. Lost in Paradise
13. Your Star
14. My Immortal
15. The In-between (Piano Solo)
16. Imperfection
17. Speak to Me
18. Good Enough
19. Swimming Home







Fonte: Universo do Rock

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Em discurso, Roger Waters deixa claras suas opiniões políticas; assista

Estivemos em mais um lindo show do ex-Pink Floyd no Brasil, e traduzimos pra você o maior momento de interação do cantor


 Roger Waters em São Paulo 
(foto: Rafael Teixeira/TMDQA!)



Depois de uma primeira noite polêmica, Roger Waters voltou ao Allianz Parque nesta quarta-feira (10/10) para mais uma apresentação de sua turnê Us+Them em São Paulo. O lendário cantor se mostrou um pouco mais cauteloso no discurso político, mas ainda irônico, e sem deixar de marcar suas posições, como fez em 50 anos de carreira.




O show foi impecável e, como na noite anterior, passeou por vários momentos da discografia do Pink Floyd. O imenso telão e efeitos sonoros davam o clima para clássicos do The Dark Side of The Moon (1973), como “Breathe” e “Time”, e de Animals (1977), como “Dogs” e “Pigs”. A mescla com ótimas canções do disco mais recente de Waters, Is This The Life We Really Want? (2017), foi perfeita.


Mas grande parte da expectativa era para as mensagens políticas que o músico costuma exibir, como a crítica que fez ao candidato do PSL à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro, na primeira noite. Antes de “Mother”, já perto do fim do espetáculo, ele reconheceu que suas mensagens no show anterior podem ter gerado reações e discussões violentas entre o público. Mas pediu pra que todos se unam para “lutar contra os porcos, não uns contra os outros”, e garantir direitos humanos para todos:


Nós ficamos sabendo de alguns conflitos no estádio e no estacionamento depois do show de ontem, e isso pode ter tido a ver com algo que eu fiz ou falei durante a apresentação. Eu não sei. Mas o que vou sugerir é o seguinte: qualquer interesse nosso, em comunidade, nesse frágil planeta, deveria ser no sentido de criar um futuro para nossas crianças, os filhos deles e as futuras gerações. Precisamos encontrar um jeito de catalisar nossa energia e nossa raiva para lutar contra os malditos porcos, não uns contra os outros.

[Nesse momento, partes da plateia começaram a gritar manifestações políticas diversas]. Eu não tenho ideia do que isso significa. Ei, pessoal. Eu não sei o que vocês estão gritando. Tenho certeza que é algo interessante, mas estou de fora dessa conversa, porque não entendo.

De qualquer forma, só escutem por um segundo. Eu acho que nós podemos – pelo menos a maioria das pessoas neste estádio – eu sinto o amor nesse lugar, eu senti vindo de vocês. A maioria de nós entende que queremos um futuro para as crianças. E esse futuro precisa ser baseado no reconhecimento de que direitos humanos e individuais são importantes, e todos os seres humanos, em todas as partes do planeta, independente de sua etnia, religião ou nacionalidade, merece direitos humanos básicos.

E isso também é verdade nesse país lindo de vocês, o Brasil. E essa é a hora em que eu menciono nossos irmãos e irmãs na Palestina. É verdade pra eles também. E eu vi algumas pessoas aqui na primeira fila com uma bandeira de Israel, isso é adorável.

A gente fez uma espécie de comentário sobre bombas nucleares mais cedo, durante ‘Money’ [no meio da música, os instrumentos pararam e o estádio ouviu o som de algo se aproximando, cada vez mais alto, até que houve um grande estrondo]. Foi apenas a segunda vez que fizemos isso, porque só recentemente percebemos que era uma maneira de dizer: ‘que coisa horrível seria se houvesse uma guerra nuclear!’ Mas chega disso. A próxima música tem algo a ver com tudo o que eu falei. Ela é para a minha mãe.



Houve um momento em que a plateia confundiu o cantor com gritos diversos, em português. Mas, no geral, o clima foi de respeito e idolatria ao ex-Pink Floyd. Também não presenciamos nenhum ato de violência ou intolerância entre o público nessa segunda noite, apesar de uma faixa que o hostilizava em um dos setores do estádio.


Assista ao discurso

 


 

Roger Waters no Brasil


Vale lembrar que o cantor vai passar o mês inteiro aqui no Brasil fazendo shows pelo país. Um deles, em Curitiba, acontecerá no dia 27 de outubro, véspera do segundo turno das eleições brasileiras.


Você pode encontrar ingressos para os shows de Roger Waters por aqui.

 

 

Fonte:  Tenho mais discos que amigos

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

O levante do rap no combate ao fascismo

Extrema-direita em ascensão no país tenta se apropriar do gênero que nasceu dos jovens pobres das periferias urbanas. MC's explicam como esse discurso vai na contramão da história da cultura hip-hop

Diomedes Chinaski 
Com sua bagagem nordestina, Diomedes usou suas rimas para atacar Bolsonaro: 'Não precisamos de mais retrógrados'

Não precisamos de mais retrógrados / Chega de armas, queremos livros

Nós não queremos riquezas em sarcófagos / Sem liberdade não estamos vivos

Vi a pobreza de perto, é um inferno / Senti a dor que nos leva pro crime

Não é um playboy militar que vai opinar / Ou julgar sobre o que nos define

Não tem cabimento, não seja um jumento / Até um cachorro entende essa equação

As mazelas da alma, os trauma e a dor / Se cura com amor, saúde e educação



É com letras assim, de sua música Disscanse Em Paz, que o rapper nordestino João Vittor de Souza Passos, conhecido como Diomedes Chinaski, ataca as candidaturas da extrema-direita nas eleições de 2018. Com a ascensão do discurso autoritário dentro da sociedade e também na arte, os chamados MC’s têm se erguido para aumentar a resistência, com o objetivo de evitar que a cultura ande na contramão.

A música de Diomedes se junta a outras dezenas que repudiam os ideais representados pelo candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Rappers da periferia, LGBTs, nordestinos e mulheres se unem para impedir a introdução do ódio e do fascismo na fala do movimento hip-hop. O posicionamento traz comentários negativos e, para alguns, traz redução de seguidores nas redes sociais. Porém, os Mestres de Cerimônia (MC’s) lembram aquele que é um dos pilares do rap: a conscientização política.

A cantora e compositora Bárbara Bivolt, de São Paulo, foi uma das artistas que se posicionou a favor do movimento #EleNão. "Perdi muitos seguidores por me manifestar contra o Bolsonaro, mas se eu conseguir mudar um voto, já é uma vitória. Não dá para ser neutra numa situação dessas porque nenhum lado meu compactua com esse cara", afirma ela.

Críticas às declarações homofóbicas do candidato de extrema-direita também se refletem nas músicas. "Hipocrisia é mato, homofobia mata. Ignorância é fato. Vocês matam em nome de Jesus, bando de Bolsonaro", rima a paulistana Drik Barbosa, integrante da Laboratório Fantasma – selo criado por Emicida –, em Poetisas no Topo. Em outras canções, o discurso racista e machista também é criticado. "Na hora do julgamento, Deus é preto e brasileiro/E pra salvar o país, Cristo é um ex-militar, que acha que mulher reunida é puteiro?", questiona o rapper mineiro Djonga, em Olho de Tigre, famosa pela impactante frase "Fogo nos racistas".

Há também quem prefira mandar a mensagem de forma mais direta. Rômulo Boca, cantor do grupo A.L.M.A., de São Paulo, é um dos autores da música F.O.B., que critica o candidato do PSL. Na letra, os artistas discutem a ascensão de Bolsonaro e lamentam que, talvez, "Deus não seja mais brasileiro e nem anda ao lado do povo", como dizem no refrão.


"Hipocrisia é mato, homofobia mata. Ignorância é fato. Vocês matam em nome de Jesus, bando de Bolsonaro"


"A gente lançou uma música contra o Bolsonaro. Quando eu der uma visão política consciente, não quero ter um fã que, ao invés de absorver, diga que não me ouvirá mais. O rap não foi feito para essas pessoas", explica Boca.

Desde que foi criado, na década de 1970, nos bairros pobres de Nova Iorque-EUA, as batidas e as rimas eram os principais instrumentos para endossar a luta da periferia por igualdade social, das mulheres no combate ao machismo, ou dos negros denunciando o racismo. Já no Brasil, nascido no contexto da pobreza e da violência policial, o Racionais MC’s foi um dos grupos que ganhou destaque, com letras que conscientizavam os jovens a não seguirem o caminho da criminalidade.

Há 30 anos na estrada da música e sendo a principal voz o rap brasileiro, Mano Brown é um dos que resiste contra o discurso conservador e os tentáculos da extrema-direita no gênero. Para ele, há um lado bom na existência de Bolsonaro: a identificação do inimigo há distância. "Durante muito tempo houve pessoas como ele, mas disfarçadas. Ele a gente já vê de longe (quem é)", disse, em entrevista à Rádio Brasil Atual.

Aliás, a avaliação de Brown é o mesmo fenômeno apontado pelo rapper Jay-Z, nos Estados Unidos. Um dos mais bem-sucedidos artistas do mundo, o músico consegue encontrar uma face positiva na eleição de Donald Trump. Em entrevista ao jornalista David Letterman, ele diz acreditar que as pessoas que pensavam diferente começaram a conversar e se uniram contra ações do atual presidente. "Não se pode tratar de algo que não foi exposto e ele está fazendo aflorar um lado feio do país, que acreditávamos que tinha acabado", aponta ele, que deposita esperança na força da juventude.

A linha de frente contra o fascismo dentro do hip-hop passa por vários segmentos do movimento. As ações do ex-prefeito João Doria (PSDB), em 2017, contra a pichação e o grafite aumentaram a resistência no meio da tinta spray. A voz do rap também está presente em novas mídias com longo alcance, como o YouTube. O rapper e youtuber Guilherme Treeze, de São Paulo, dono do canal Falatuzetre, com 660 mil inscritos e mais de 80 milhões de visualizações, usa sua visibilidade para orientar os novos fãs a 'seguirem o caminho certo'.

"Já recebi comentários negativos por me posicionar nas redes sociais, por isso é importante a gente da linha de frente se posicionar. Tenho que me posicionar. Infelizmente, a maioria está dentro do movimento sem entender os fundamentos da cultura", afirma Treeze.

O muro da resistência também é construído com a presença de nordestinos e homossexuais. O rapper LGBT Lucas Boombeat, nascido na capital paulista, utiliza sua mensagem como ferramenta de cura, em meio aos ataques de ódio. Ele conta que ser homossexual, negro e periférico aumenta ainda mais a responsabilidade em entrar neste debate. "Combato esses discursos de pura ignorância deles com minha vivência, mostrando que podemos ser o que quisermos ser e falar o que nos der vontade", diz o integrante do grupo Quebrada Queer, o primeiro de rap gay do Brasil.

Já o MC baiano Raí Faustino, o Faustino Beats, classifica como "surreal" a voz de eleitores do Bolsonaro na cultura em que trabalha. Apesar de São Paulo ser considerada o 'berço do rap', artistas do Nordeste têm se mostrado firmes contra os retrocessos. "O rap nordestino está acostumado a bater de frente. Antes de 2016, consumia-se muito pouco do som daqui. Talvez por isso esse sentimento de luta se faça presente não só nas músicas, mas também fora delas", aponta.

 
LARISSA ZAIDAN 
 Don L

Don L critica a apropriação cultural e diz que a presença de

Bolsonaro vai afeitar também aqueles que se omitem

 

 

Rap de direita


O crescimento do alcance do gênero musical, a despolitização dos artistas e a apropriação cultural sobre o movimento abriu espaço para que novas falas dentro do rap, inclusive da direita, com músicas que enaltecem o candidato Jair Bolsonaro, atacassem movimentos sociais e apoiassem grupos fascistas.

A onda direitista, no Brasil, surgiu em 2015, quando rappers do Rio de Janeiro se juntaram numa roda de rimas em apoio ao movimento Vem Pra Rua, que convocava para o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Utilizando chavões como "transformar o Brasil em Cuba" e críticas ao programa Mais Médicos, a música foi criticada por diversos artistas, fãs e expoentes da área cultural.

Enquanto a direita se apropriava do gênero, não houve uma mobilização dentro do rap contra o golpe de 2016. A omissão do movimento, que sempre fechou as portas para o discurso retrógrado, resultou numa janela aberta, permitindo a sua entrada. A quebra de identidade faz artistas questionarem quando foi que o rap, considerado por diversos artistas como um "salvador de vidas", começou a aderir à frases como a do "bandido bom é bandido morto".

Souto MC: 'A vitória do Bolsonaro pode impactar a cultura no geral. A obsessão que ele tem de atacar a cultura é perigosa'.

"A falta de posicionamento durante o impeachment deve ter influenciado. Já que ninguém proibiu o discurso naquela época, eles vão entrando", alerta Erick Costa, musicalmente conhecido como Nego E.

Com o país polarizado politicamente, rappers se omitem do debate para não perderem fãs e visualizações nas plataformas de streaming, explica Rômulo, que critica como artistas se tornaram reféns dos próprios fãs. O próprio Diomedes aponta que os novos fãs, em sua maior parte, são reacionários. "Por outro lado, o brasileiro não tem o hábito da leitura. Então, os caras preferem se abster daquilo que não conhecem. Não têm tesão pelo assunto", lamenta.

O fim da marginalização do gênero musical abriu espaço não só para novos ouvintes, mas também rimadores, inclusive da classe média. Entretanto, desde 2016, artistas negros denunciam a apropriação cultural sobre o rap. De acordo com eles, isso influencia no novo cenário da música.
Cada vez mais o rap tem sido feito por uma posição de privilégio, seja racial ou social, como aponta Faustino. "O problema é que não entendem ou não medem o peso e a influência do seu discurso, propagando ideias nocivas, como relativização do racismo, revisionismo, e até mesmo apologia ao estupro", analisa.

O rapper nordestino Gabriel Linhares da Rocha, conhecido como Don L, diz que essa apropriação é um dos motivos da omissão por parte dos artistas. Utilizando o rap apenas como fonte de renda, há grupos que não têm compromisso com os pilares da cultura hip-hop. "Quando tem um caso como o do Bolsonaro, você vê para onde eles querem ir. Por conta dos fãs 'reaças', você não vai se posicionar com medo de perder a boquinha? Essas pessoas não querem retribuir nada para a cultura", critica.

Com canais de YouTube se consolidando como as principais mídias do gênero, novos nomescomeçaram a navegar nessa onda. O youtuber Gustavo Lazaro, famoso por fazer vídeo reagindo a músicas, propagou mensagens racistas e de apoio a Jair Bolsonaro. Apesar receber um grande número de críticas e até "deslikes", seu canal cresceu e já possui 430 mil inscritos.

A defesa de ideias da extrema-direita na boca de youtubers é lamentada por Guilherme. "Esse discurso pró-fascismo do Lazaro eu repudio. Inventei o lance da reação e análise no YouTube, abrindo espaço para pessoas como ele e, infelizmente, as pessoas vão lá e assistem. Gente como ele na cultura é contraditório demais", critica.

A ascensão econômica da população durante os governos de Lula e Dilma também influenciaram no distanciamento dos artistas com o discurso político em suas músicas. O chamado 'progresso na quebrada' fez com que a periferia criasse costumes mais conservadores e próximos do discurso neoliberal, como já apontou o próprio Mano Brown.

"Tenho até parente conservador de periferia, que comprou um Palio 2004 por causa do governo Lula, mas, hoje, colocou um adesivo do Bolsonaro", exemplifica o rapper Felipe Desiderio, também conhecido como Febem, morador da zona norte de São Paulo.


FACEBOOK/ARQUIVO PESSOAL Lucas Boombeat
Lucas Boombeat lamenta a possibilidade de mais retrocessos para a comunidade LGBT
 

 

Futuro em cheque

A eleição de Bolsonaro pode ser nociva também para a cultura hip-hop? No entendimento dos artistas, sim. As propostas que excluem as minorias e ignoram a cultura criam um sentimento de preocupação, principalmente, entre as mulheres e LGBTs.

"A vitória do Bolsonaro pode impactar a cultura no geral. A obsessão que ele tem de atacar a cultura é perigosa", alerta a paulistana Caroline Souto, a Souto MC, que além de mulher, possui origem indígena. "Eles são inimigos da arte, pois ela ilumina e liberta as pessoas. Governos assim são conhecidos por perseguir os artistas", acrescenta Diomedes.

As rimas, a batida e o flow, que atuam na propagação da voz dos oprimidos, podem potencializar ainda mais a voz do opressor. O fascismo regendo a nação é visto como uma pedra sobre a ascensão de artistas gays na cultura, já que a homofobia não permite que elas possam depender só de si para ter destaque.

Lucas, por exemplo, lamenta a possibilidade de mais retrocessos. "Seguimos contra a maré desse tipo de discurso de ódio, trazendo cada vez mais dificuldades na nossa vivência, não só dentro do movimento, mas como num reflexo social", diz.

Já Don L acrescenta que a presença de Bolsonaro vai afetar até os rappers que não se manifestam. "Eles rimam sobre maconha, falam mal de polícia. A polícia vai chegar no show e acabar com a festa. Antes de Bolsonaro, isso já acontecia no Ceará, por exemplo, há 20 anos atrás. Agora, imagina com um presidente que propõe uma volta de 40 anos, quando era pior ainda", alerta ele.

Apesar dessas novas falas ecoarem dentro do rap, os artistas continuam se manifestando e lutando contra os retrocessos da cultura. Para eles, a oposição à opressão precisa crescer ainda mais, além de conscientizar a população de que há alternativas ao extremismo, como o próprio Diomedes evidencia em sua música: "Não precisamos de mais retrógrados. Chega de armas, queremos livros".





Fonte: Rede Brasil Atual

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Após 45 anos, banda Kiss anuncia aposentadoria: "Estamos dizendo adeus"


Grande série de shows, intitulada 'Kiss End of the Road World Tour', deve ser a última da banda de hard rock

 Paul Stanley, Tommy Thayer, Eric Singer e Gene Simmons, da banda Kiss (Foto: Getty Images) 


Os fãs mal estão acreditando, mas a banda Kiss, há 45 anos na estrada, está dando adeus. O anúncio foi feito no site oficial do grupo de hard rock, na quarta-feira (19), quando publicaram que a turnê Kiss End of the Road World Tour será a última.

Nos comentários de um post feito no Instagram muitos fãs lamentaram que Paul Stanley, de 66 anos, (vocal e guitarra), Tommy Thayer, 57 (guitarra solo), Eric Singer, 60 (bateria  e percussão) e Gene Simmons, 69 (vocal e baixo) vão se despedir do público.

"Oh, meu Deus, é verdade", lamentou um seguidor. "Não, não, não, não, não, não, 45 anos não são suficientes! Nos dê mais cinco! Exército Kiss para sempre", escreveu outro. Eles ainda publicaram em seu site oficial uma carta aos fãs.

"Depois de uma carreira épica e histórica de 45 anos, que lançou uma era de lendas do rock'n roll, Kiss anunciou com exclusividade ao programa America´s Got Talent desta noite que está pendurando as botas. Parte do Hall da Fama do Rock & Roll, com mais de 100 milhões de álbuns vendidos no mundo e turnês que passaram por praticamente todas as cidades do mundo. Tocaram para reis e rainhas, veteranos de guerra e milhões de devotos ao Exército Kiss, eles vão fazer suas últimas apresentações como parte da turnê End of the Road World Tour", dizia trecho do comunicado.

"E tudo o que construímos e conquistado nessas mais de quatro décadas jamais poderíamos imaginar que aconteceria sem as milhões de pessoas ao redor do mundo que encheram clubes, bares, arenas e estádios nesses anos todos. Esta será a celebração final para aqueles que já nos assistiram e a última para aqueles que nunca nos assistiram. Exército Kiss, estamos dizendo adeus e vamos sair do mesmo jeito que entramos...  sem remorsos e incessantes", completou a banda. Leia na íntegra CLICANDO AQUI.

Vale lembrar que esta não é a última vez que a banda anuncia uma turnê de despedida. A Kiss Farewell Tour, entre 2000 e 2001, era para ser a última, mas o grupo declarou que não estavam se aposentando, como haviam planejado.

Em meados de 2017, durante uma entrevista, Gene Simmons, hoje com 69 anos, falou sobre a hora de parar. "Não vamos conseguir fazer isso nos nossos 70 anos. Estou com 67 agora.   e vamos fazer por mais algum tempo. E, quando acharmos que é hora de se despedir, nós iremos. E vamos fazer do jeito certo, com uma grande festa. Gosto de pensar que faremos algo que vai chacoalhar o planeta."





(Por Léo Gregório)

Fonte: Revista Quem


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Pearl Jam: cartaz com Casa Branca em chamas e Trump morto recebe críticas

Pearl Jam: cartaz com Casa Branca em chamas e Trump morto recebe críticas 

O Pearl Jam fez uma publicação polêmica em sua conta oficial do Twitter, um pôster que mostra a Casa Branca em chamas e uma águia careca, que poderia representar o presidente Donald Trump.

Trata-se da divulgação de um show que rolou na segunda-feira (13), em Missoula, no estado americano de Montana, que foi uma colaboração entre o baixista Jeff Ament e Bobby Brown, um artista também conhecido como Bobby Draws Skulls.

A intenção do show,  intitulado “Rock2Vote”, era incentivar os jovens a votar nas eleições de novembro e apoiar o senador democrata Jon Tester, de Montana.

No site oficial do Pearl Jam, Jeff Ament deixou uma mensagem sobre a iniciativa:

“A banda está super animada para vir a Missoula e ajudar a energizar os eleitores, pois acreditamos que é um momento crítico em nossa democracia. Todo voto é importante. Nós estaremos fazendo o que fazemos, apoiando as questões em que acreditamos, e queremos que nossos fãs se juntem a nós votando e participando das eleições e participando de um grande show de rock no estádio Washington-Griz”.

O Comitê do Senado Republicano Nacional criticou o cartaz dizendo que é “incentivo à violência”. 


O Pearl Jam não se manifestou sobre as críticas.
Veja o pôster abaixo:
 


Fonte: Rádio Rock

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Metallica toca no Brasil em 2019, diz jornalista



Metallica toca no Brasil em 2019, diz jornalista

A coluna de Anselmo Góes no jornal “O Globo” deste domingo (24) diz que o Metallica está acertando uma apresentação no Brasil para o ano que vem.

O jornalista acrescentou que o contrato com a empresa responsável pelo show está quase pronto, no entanto, não trouxe mais detalhes sobre a presença da banda em solo brasileiro, como se mais de uma apresentação está sendo programada.

O Metallica encerrou em maio sua turnê europeia e estará de volta aos palcos a partir de 2 de setembro para mais um giro pela América do Norte. O primeiro compromisso de 40 datas é no Khol Center de Madison, no Wisconsin, e a turnê encerra-se em 13 de março, quado a banda se apresenta na Van Andel Arena de Grand Rapids, no Michigan.


De acordo com essa agenda oficial do site dos caras, para eles pintem aqui no Brasil os compromissos teriam de ser marcados a partir da segunda quinzena de março.


Se realmente o Metallica passar pelo nosso território nacional no ano que vem, quem realmente deverá se dar bem são as instituições de caridade, já que a banda vem se destacando com uma ação de sua fundação que ajuda comunidades vulneráveis por onde passa.


No começo do mês o Metallica recebeu o Polar Music Prize, premiação considerada o “Prêmio Nobel da Música”, em uma cerimônia especial em Estocolmo, na Suécia, que rendeu ao grupo cerca de 130 mil dólares. De acordo com a Billboard, o total foi doado para três instituições de caridade: 50% foram destinados para uma entidade da cidade de Estocolmo que ampara os desabrigados, 25% para a ONG internacional “World Childhood Foundation” e outros 25% para o Instituto Nacional de Música do Afeganistão.




Fonte: Rádio Rock 

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Arch Enemy e Kreator vêm juntos ao Brasil em Novembro



Segundo o jornal Destak, as bandas Arch Enemy e Kreator vêm juntas para pelo menos duas apresentações no Brasil no início de novembro.

O Kreator já tem mais de 35 anos de carreira e é um dos grandes representantes do thrash metal alemão. Já o Arch Enemy, originário da Suécia, está promovendo seu mais recente disco, o aclamado Will To Power, que está disponível na lojinha da Rock Brigade.



Arch Enemy - The Eagle Filles Alone


Kreator - Hail To The Hordes
 



Fonte: Destak

SEJA UM NEO HARDCORE
http://neohardcoreacademia.blogspot.com/2018/08/4-motivos-para-nao-exagerar-na-carga-na.html