segunda-feira, 11 de junho de 2018

Exposição “Do Toque ao Clique” conta história da música em São Paulo

 

Que tal embarcar em uma viagem histórica e sensorial, passando por autômatos, caixas de músicas, gramofones, jukebox, pianolas, realejos, vitrolas e muito mais?

Com curadoria de Leão Leibovich, “Do Toque Ao Clique – A História Da Música Automática”, em cartaz no Sesc Vila Mariana até 29 de julho, é inédita no Brasil e reúne um acervo rico de peças sonoras históricas, além de mídias musicais e aparelhos eletrônicos. Os objetos, construídos em sua maioria ao longo dos séculos XIX e XX, permitem traçar um panorama histórico e social da música mecânica programada e automática ao redor do mundo.

Inaugurada em abril, mostra conta com cerca de 100 peças e já recebeu mais de 10 mil visitantes

A música automática evoluiu do toque ao clique, passando por diversos tipos de máquinas e mídias, metamorfoseando tecnologias, recriando e revolucionando os hábitos sociais. Para mostrar ao público essa evolução da música programada, o Sesc Vila Mariana apresenta a exposição “Do Toque Ao Clique – A História Da Música Automática”, que conta cronologicamente as principais etapas que constituem esta revolução tecnológica e seu papel dentro da história da humanidade. A mostra é gratuita e aberta ao público em geral.

A exposição reúne um acervo de peças centenárias – provenientes da Europa e Estados Unidos – composto por caixas de música, autômatos, realejos, fonógrafos, gramofones, vitrolas, jukebox e muitos outros itens que datam de 1820 até os tempos atuais, totalizando cerca de 100 peças.

Uma cenografia e uma ambientação especial também foram criadas para receber a mostra, além de uma paisagem sonora com sons ambientes. Algumas peças da exposição (11 no total), possuem vídeos em que o público pode ver o funcionamento das obras, além de escutá-las.

CAIXAS DE MÚSICA

Leão Leibovich explica que hoje só conseguimos escutar música no celular graças aos antigos realejos de rua: “Durante toda a história até o começo do século 19, para se ouvir música dentro de casa, era preciso ter um cantor ou um músico na família. Caso contrário, só mesmo contratando um artista. Apreciar música era um privilégio para poucos afortunados que podiam ir a teatros ou diversão pontual para muitos que não se importavam em ficar em praças públicas, no calor ou no frio, dançando ao som dos realejos de rua.”

“Nas vésperas da Revolução Industrial, os relojoeiros suíços e alemães iniciaram um processo importantíssimo e irreversível para o futuro da música em todo o mundo. A alegria começou a entrar na casa das pessoas através de pequenas máquinas movidas à corda. Eram as caixas de música. Assim como os realejos, elas reproduziam, por intermédio de um sistema de cilindro programado, os hits da época repletos de árias, polcas e valsas. Por quase cem anos o mundo acompanhou a evolução de dezenas de máquinas e mídias cada vez mais sofisticadas e para todos os gostos e bolsos. Mas somente a partir da invenção do fonógrafo de Edison foi possível gravar e reproduzir o som como ele é. Inclusive a voz humana”, conta o curador.

O TOQUE

O conceito de música programada só surgiu porque nossos ancestrais sonharam com instrumentos capazes de executar uma música inteira com um simples toque, como o girar de uma manivela ou o acionar de uma alavanca.

Máquinas maravilhosas que tocassem sozinhas, sem a necessidade de um músico ou instrumentista, foram idealizadas desde povos muito antigos. Para os inventores, a automação significava não apenas entretenimento, mas uma comodidade na execução de tarefas pré-programadas a um simples comando. Para as pessoas comuns o resultado era surpreendente. Como um toque de mágica a música se transformou na primeira das sete artes.

O CLIQUE
O século 20 trouxe tanto melhorias para antigas necessidades como novas tecnologias para atender a diversas demandas. Os eletrônicos, as gravações elétricas, o aperfeiçoamento do magnetismo e, principalmente, a corrida pela portabilidade. O rádio e a TV inauguraram a Era da Informação e só haveria espaço no mercado para equipamentos simples e práticos. As pessoas não queriam mais ficar girando uma manivela para obter um som, nota por nota. Queriam aparelhos eletrônicos que trocassem as mídias automaticamente e funcionassem com apenas um clique.

Com o futuro em voga, a informática e a nanotecnologia também ganhavam seu espaço e milhares de possibilidades estavam a um clique do mouse. A internet acelerou o processo da informação e a música programada não podia ficar de fora. Os aparelhos ficaram mais compactos até caberem num pequeno bolso. As mídias diminuíram de tamanho até sumirem completamente do plano físico. Atualmente, a música é compartilhada através de sistemas sem fio como o wi-fi e o bluetooth.

A música automática evoluiu do toque ao clique passando por diversos tipos de máquinas e mídias, metamorfoseando tecnologias, recriando e revolucionando os hábitos sociais. “Hoje em dia as plataformas digitais acabaram com a necessidade de um aparelho específico para se ouvir música. Smartphones e players para todos os bolsos e gostos são capazes disso e muito mais. Não precisamos mais procurar a música, a música nos encontra onde quer que estejamos”, acredita Leão.


DO TOQUE AO CLIQUE - A HISTÓRIA DA MÚSICA AUTOMÁTICA

Em cartaz até 29 de julho de 2018, terças a sextas-feiras, das 10h às 21h30; sábados, das 10h às 20h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30. Atrium – 1º andar – Torre A e Espaço da Palavra – 5º andar – Torre A do Sesc Vila Mariana. Livre. Grátis.

Estacionamento: R$ 5,50 a primeira hora + R$ 2,00 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 12 a primeira hora + R$ 3,00 a hora adicional (outros). 200 vagas.

SESC VILA MARIANA – Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana. Telefone – (11) 5080-3000. Acesso para deficientes físicos. Horário de funcionamento da Unidade – Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30. Central de Atendimento (Piso Superior – Torre A) – Terça a sexta-feira, das 9h às 20h30; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30. www.sescsp.org.br.



Facebook, Twitter e Instagram: /sescvilamariana

Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Vila Mariana


Trevas

A criatura sinistra em que se transforma o vocalista Attila Csihar, durante o show do MayhemA criatura sinistra em que se transforma o vocalista Attila Csihar, durante o show do Mayhem

Em atmosfera sombria e atemporal, Mayhem repete a dose ao executar a íntegra de álbum seminal para o black metal no Rio. Fotos: Daniel Croce.


O procedimento de tocar discos na íntegra para reviver momentos de bandas clássicas nunca fez tanto sentido quanto na enfumaçada noite desta sexta (8/6), no Teatro Odisséia, no Rio. Porque poucos álbuns são tão representativos para um subgênero do rock quanto o que está sendo executado, de cabo a rabo, com ares de obra-prima mais bem acabada, interpretada, teatral, cinematográfica até. Uma segunda oportunidade – o show passou por este mesmo local há menos de dois anos, relembre – para que fãs de black metal da real capital de um país tropical saiam de suas catacumbas para viver e entender o que é e como foi criado o black metal norueguês. É o Mayhem, em carne, osso e todo paramentado, tocando a íntegra de “De Mysteriis Dom Sathanas”. Bem-vindos - e de novo - às trevas.

O disco, um dos trabalhos mais influentes do black metal em todos os tempos – repita-se - resume toda a fase inicial do grupo norueguês, porque, lançado em 1994, traz músicas que começaram a ser compostas desde ao menos 1987, e atravessa todo o período mais controverso do gênero, incluindo suicídios, assassinatos, queima de igrejas e outras manifestações do Mal transubstanciadas em forma de música; ou seja, a essência do black metal. A oportunidade é ainda mais especial porque o grupo tem na atual formação duas das verdadeiras lendas vivas do black metal planetário: o vocalista Attila Csihar e o baterista Hellhammer, que gravaram o seminal álbum reverenciado esta noite. É ou não é um momento para se anotar no caderninho?

O que faz toda a diferença. Primeiro, pelo carisma e pela forma interpretativa com a qual o húngaro Csihar conduz toda a exibição, sob mantos ancestrais, com a expressão cadavérica proporcionada por um indelével corpse paint que realça sua avantajada compleição física. Durante a noite, ele se relaciona com crânios e/ou monstrengos macabros que surgem como fantoches de dentro de sua manga esquerda, como em “Life Eternal”, por exemplo. Sob névoa e luz caótica, tudo parece real e absolutamente dos infernos. Depois, ressalte-se a forma peculiar como Hellhammer conduz a bateria, em uma velocidade descomunal que faz toda a diferença para o tipo de som que o Mayhem produz. A partir dessa batida alucinada é que os dois guitarristas e o baixista Necrobutcher, integrante fundador, têm que correr atrás, e o resultado beira o inacreditável.

Vista do palco com o Mayhem pregando o espetáculo com a íntegra do álbum 'De Mysteriis Dom Sathanas'

Vista do palco com o Mayhem pregando o espetáculo com a íntegra do álbum 'De Mysteriis Dom Sathanas'

Como em “Cursed Into Eternity”, uma paulada abissal minimalista, com um som reto, cru e, ao mesmo tempo, dilacerante. A música é antecedida por uma atmosfera sinistra, com chuvas e trovoadas que ambientam quase todas as passagens de faixa a outra do álbum – oito, no total –, somando quase uma hora de pura alucinação e, também, perplexidade. Em “Pagan Fears”, com um início tribal, a banda impinge mudanças de andamento – em outras peças também – que resultam em espécie de progressivo do Mal. É como se a técnica apurada dos músicos mirasse um refinamento tal que completasse a volta até encontrar o básico, o primitivo, o cru. Ainda que na outra vez o som do Odisséia não tenha decepcionado, desta feita há uma mesa e som extra apenas para o Mayhem. E reforça-se que, na seara do black metal, se o som não for bom, vai tudo por água abaixo.

Como em um vácuo do tempo, o show, esteticamente falando, tem impacto maior quando se encerra em si mesmo. De modo que, ao término de “De Mysteriis Dom Sathanas”, a música, todos poderiam ser tele transportados imediatamente de volta para as suas casas. Mas tem um bis de cara quase limpa, e dessa vez vitaminado com cinco faixas de fases menos influentes do Mayhem. Vale pela presença de “Deathcrush”, que o público adora, e para mostrar coisas mais recentes, como “MLAB”, do álbum “Esoteric Warfare”, de 2014, gravado por essa formação. Ao mesmo tempo, por conta de uma tonalidade quase hardcore, o bloco do bis faz o público se debater sem parar, sem a perplexidade da primeira parte, como em uma espécie de transição para que a volta à realidade não seja tão dura. Mas que ninguém vai esquecer dessa noite de metal extremo, não vai mesmo.

“Vai ser rapidinho, mas vai ser legal”. A frase, dita pelo baixista e vocalista do Enterro, Kaffer, resume bem o que aconteceu com as bandas que tocaram antes. Registra-se que o evento, que mudou de lugar e horário várias vezes, quase foi cancelado por motivos de crise e acabou acontecendo na raça, de última hora, no Odisséia. Assim, cada uma das três bandas tocou por cerca de miúdos 15, 20 minutos. O Enterro se destaca pelas boas tramas instrumentais no black metal e consolida a formação de quarteto com Kaffer nos vocais e ordens para o público agitar que fazem efeito. As melhores músicas da noite são “Excommunicated”, com ênfase na transição entre trechos mais rápidos e mais cadenciados, e “This Land Shall Burn”, verdadeira locomotiva extrema com um “que” de cativante que faz o púbico erguer os punhos no final.

Trevas: a atmosfera pesada criada pelo grupo para a execução de uma obra-prima do black metal
Trevas: a atmosfera pesada criada pelo grupo para a execução de uma obra-prima do black metal


Antes, o encapuzado 7 Peles, cheio de mistério, mandou quatro pedradas. A banda, que toca oculta por capuzes e tem cada integrante com o mesmo nome – 7 Peles mesmo - no maior estilo Ghost, tem a identidade dos integrantes escondida a sete chaves. Foram três músicas próprias, com destaque para “Cayin” e seus solos próximos do melódico. A grande atração, contudo, foi a participação de Attila Csihar, ele mesmo, o frontman do Mayhem, de cara limpa, em um cover para “Beyond”, do Tormentor, sua banda de origem. Pena que boa parte do público não percebeu. Mais cedo, o bom Svatan de Curitiba, que usa toda a indumentária black metal e corpse paint, abriu os trabalhos para um público bem reduzido, que ainda se desvencilhava na entrada do Odisséia. Precisam votar ao Rio em melhores condições.

Set list completo Mayhem:
1- Funeral Fog
2- Freezing Moon
3- Cursed in Eternity
4- Pagan Fears
5- Life Eternal
6- From the Dark Past
7- Buried by Time and Dust
8- De Mysteriis Dom Sathanas
Bis
9- Deathcrush
10- MILAB
11- To Daimonion
12- Carnage
13- Pure Fucking Armageddon

O momento do show em que Attila Csihar se relaciona com o crânio macabro oriundo dele próprio
O momento do show em que Attila Csihar se relaciona com o crânio macabro oriundo dele próprio

Nota: Os integrantes do 7 Peles pediram que suas identidades permanecessem desconhecidas e por isso o texto original foi modificado para esta versão, em 10/6/18.


Fonte: Rock em Geral
 

sábado, 9 de junho de 2018

B.B. Rock: Concurso elegerá 10ª banda que tocará no festival

 
 Show da banda Megahertz no Theresina BB Rock 2017. Foto: divulgação



O festival Theresina BB Rock, que acontece no dia 07 de julho, chega a sua segunda edição com uma novidade para os amantes do rock n’ roll.

A organização do evento divulgou nesta quinta-feira (07) o edital do concurso que deverá escolher a 10ª atração do evento. As bandas que possuem trabalho autoral, lançados recentemente, podem se inscrever para disputar esta vaga nas eliminatórias. ACESSE AQUI.

“Devido a grande procura, a gente vai ter um concurso pra poder eleger uma banda que vai estar no festival com a gente. As eliminatórias vão ser realizadas no Shopping Rio Poty, na praça de alimentação, nos dias 23 e 30 de junho e ao final, o ganhador desse concurso vai fazer parte do cast do BB Rock”, explica Bruce Cordão, um dos organizadores do evento.

O festival traz como ‘pilares’ um espaço gourmet com hamburger e o autêntico churrasco de chão, várias marcas de cerveja artesanal de Teresina e, claro, muito Rock n’ Roll. Outra novidade trazida pela organização este ano é a BB Rock Street, um espaço de compras dentro do festival onde os visitantes poderão dispor de produtos com a marca do evento e outros com alusão ao estilo rock.

As bandas que irão se apresentar no festival, todas legitimamente piauienses, são: Validuaté, Cojobas,  Prowler, Brito Jr., Maverick 75, o retorno das bandas Acesso e Dom Corleone e a mais recente confirmação, a banda Deep Moon. Segundo o organizador do evento, Ostiga Jr., o festival tem movimentado a cena musical de Teresina e estimulado bandas produção autoral.

“A gente vê um reflexo da primeira edição do festival nesse sentido. Do ano passado pra cá, você pode aguardar que você vai ver muito lançamento de trabalho local, de bandas e músicos locais, todo mundo produzindo”, disse Ostiga em entrevista ao Jornal do Piauí.

Os ingressos já estão disponíveis no site ingresse.com e também no quiosque BB Rock no Shopping Rio Poty, que fica na praça de alimentação.




Fonte: Cidade Verde

Ralph Santolla: ex-guitarrista do Deicide terá aparelhos desligados

 

Conforme noticiado anteriormente, Ralph Santolla sofreu um ataque cardíaco e estava em coma. Hoje seu filho, Dorian Angelo Santolla, postou a seguinte mensagem:

"Vamos tirar meu pai do aparelho de suporte a vida na quarta-feira (06/06). Se algum de seus amigos gostaria de se despedir, a família irá recebê-lo no St. Joseph's amanhã (terça-feira). Ele apreciaria o amor. Obrigado".



Fonte: Rock Brigade

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Já está disponível, “Wildness”, novo álbum da banda Snow Patrol

 



A banda Snow Patrol lança hoje seu novo álbum “Wildness”. Ouça e baixe AQUI:  . O sétimo álbum estúdio do grupo chega com 15 faixas. A banda vem divulgando faixas do repertório como: “What If This Is All The Love You Ever Get?”, “Life On Earth” e “Empress”.

Formado por Gary Lightbody, Paul Wilson, Nathan Connolly, Johnny McDaid e Jonny Quinn, o Snow Patrol lançou o single “Don´t Give In”, a primeira música do álbum divulgada, que já conta com mais de 6 milhões de plays no Spotify.

 Snow Patrol - Empress:



Fonte: Universo do Rock

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Integrante da banda Merohomem morre em acidente na Ponte Wall Ferraz



  
Naldo é o primeiro na foto da esquerda para a direita. Foto: Facebook.


O musico Naldo de Oliveira, da banda Merohomem,  morreu na manhã de hoje quinta-feira após a moto em que estava se chocar com um poste de iluminação na Ponte Wall Ferraz. O acidente aconteceu por volta das 7h30 da manhã. 

Segundo foi apurado, ele era vocalista da banda Merohomem e retornava de um show realizado na AABB, onde se apresentou o grupo de reggae Ponte de Equilíbrio. Banda de reggae roots muito conhecida no cenário nacional na qual Naldo era fã e tocava o mesmo estilo.

Hoje ele se apresentaria com o grupo no Festival de Inverno de Pedro II. A polícia não tem informações de como aconteceu o acidente. Não se sabe se o músico bateu  sozinho ou se foi fechado por algum veículo. Um bombeiro que passava pelo local ainda tentou prestar socorro à vítima, mas ele não resistiu aos ferimentos.


Na página do cantor no Facebook, amigos começam a deixar mensagens onde afirmam não acreditar no que aconteceu. Mas como sempre se menciona em casos de acidente; a morte só quer uma desculpa para levar quem está vivo!

Foto: Cidadeverde.com

Assista ao clipe da música "Fogueira" da banda lançado no YouTube e nós da FUNDAROCK  abrimos este espaço para esta fatalidade e homenagear o musico que deixa nos deixa cedo e carrega para o criador um talento enorme que ficará só na saudade de amigos e familiares.



Com informações do Portal Cidade Verde

terça-feira, 22 de maio de 2018

Primeira edição do Rock in Lounge reúne as bandas Mamamute e Wasadog

 

Banda Mamamute faz show de lançamento do álbum Cinza Concreto


O projeto “Rock In Lounge” é uma iniciativa da Giro8 Produtora, braço executivo de projetos de ocupação urbana do “Artistas na Rua”, movimento que trabalha ativamente em prol da liberdade de expressão artística e luta junto ao poder público e privado para garantir a valorização e profissionalização dos artistas de rua atuantes nas grandes cidades, mapeando manifestações de arte urbana.

Depois de oito anos fazendo projetos com artistas de rua com grandes parceiros, como Globo, Prefeitura de São Paulo, CPTM, Metrô, Accor (Ibis Styles) e Mirante 9 de Julho, continuando firmes neste sentido, percebemos que havia espaço em nossa produtora para também apoiar novos projetos e formatos artísticos. O resultado é a união de artistas de rua – com os quais já estamos totalmente envolvidos – com bandas independentes que eventualmente usam as ruas como palco e também lutam por espaço nas cidades para mostrar seus trabalhos, promovendo uma verdadeira troca de experiências e um choque de realidades. O principal intuito é gerar sinergia e a boa convivência entre eles, principalmente nesta metrópole caótica e tão carente de acesso à arte e espaços alternativos para a nova cena musical.

O projeto propõe um novo modelo multiplicador, além do intercâmbio de experiências e a inclusão dos artistas de rua no mercado musical e digital global, abrindo novos espaços para a música nacional em todas suas manifestações.

Nesta primeira edição do “Rock in Lounge”, onde o espaço foi gentilmente cedido pela Unibes Cultural, duas bandas atuais e autorais sobem ao palco: a banda Mamamute – lançando o álbum “Cinza Concreto” – e a banda Wasadog (ex-Moondogs). Ambas muito atuantes no novo cenário da música paulistana e com distribuição digital da Ditto Music.


Sobre – Mamamute:
 

A banda Mamamute lança o álbum “Cinza Concreto” – com a música de trabalho “Quem Dá Mais?” – e reflete sobre a nuvem de incerteza e de descrença que há décadas paira sobre o Brasil. Além de trazer uma letra ácida, a música atinge os ouvidos com uma execução agressiva e que reflete com fidelidade todo o peso carregado nos ombros brasileiros. Anteriormente distribuídos pela Universal Music, a Mamamute inicia um novo ciclo junto à Ditto Music para os lançamentos previstos para 2018. A parceria com o novo selo se deu num momento decisivo no qual a banda optou por atuar de forma mais orgânica no cenário independente junto a outras bandas similares. O lançamento oficial do álbum é no próximo dia 25 de maio e poderá ser ouvido em todas as plataformas digitais.
 
Recentemente, a banda divulgou seu primeiro clipe “Saara” (veja abaixo), um single que veio preparando o terreno para o disco “Cinza Concreto”, que terá 8 faixas e será lançado em 25 maio de 2018.


A Mamamute traz em seu repertório uma mistura fluída de estilos que representam com categoria a miscelânea cultural do país. O grupo aposta nos caminhos da improvisação entre rock, música popular brasileira, fusion e soul. A banda já se apresentou em lugares como: Expomusic, Festival de Rock de Indaiatuba (dividindo o palco com Sepultura), Buzina Festival (dividindo o palco com NX Zero, Fresno, etc), Hangar 110, Conservatório Souza Lima, Manifesto Rock Bar e recentemente no Programa Showlivre, apresentado pelo músico Clemente Nascimento.
Integrantes:
● Felipe Muniz – Vocal
● Ronaldo Aguiar – Guitarra
● Caio Pamplona – Baixo
● Thiago Vilela – Bateria
Sobre – Wasadog:
Antes conhecida como The Moondogs, Wasadog é a nova cara de uma banda que já possui muita história para contar. Depois de uma trajetória com muitos cenários, personagens e, é claro, muita música, o que ficou foi uma base sólida para uma carreira muito maior se desenvolver nesta sua nova fase, com um novo álbum para sair em 2018 e a conquista de um lugar de destaque dentro do rock no Brasil e no mundo.
O quarteto formado em 2010 por Johnny Franco (vocalista e guitarrista), Gabriel Gariani (baixista), Victor Prado (guitarrista) e Gabriel Borsatto (baterista) iniciou sua discografia em 2014 com “Black & White Woman”, disco produzido por Gustavo Riviera (da banda Forgotten Boys) que já nasceu histórico por ter sido o último mixado pelo lendário Roy Cicala, que teve no currículo de John Lennon a Frank Sinatra, de AC/DC a Jimi Hendrix. Foi com esse álbum que a banda foi escolhida pelo próprio Jake Bugg para a abertura de seu primeiro show em São Paulo, naquele mesmo 2014.
No ano seguinte, o grupo foi um dos maiores destaques no programa “Superstar”, da Rede Globo, oportunidade que não só alavancou sua popularidade, como também o colocou em contato com outras bandas que viraram parceiras na vida e amigas no trabalho – ou vice-versa. Em seguida, foi atingida a marca impressionante de 40 shows em 80 dias, passando por Londres, Nova York, Nashville, Los Angeles e Santa Mônica ao lado da também independente Ted Marengos, tudo registrado em uma série documental publicada na Internet.



Sobre – Giro8 Produtora:
 

A Giro8 Produtora nasce de uma extensa relação com artistas de rua, eventos, live marketing, festivais e projetos especiais.
 
É um desdobramento do projeto Artistas na Rua [www.artistasnarua.com.br], com expertise em tirar o melhor da rua, ampliar, potencializar e superar as expectativas de todo projeto e ideias. Depois de oito anos trabalhando junto aos artistas de rua para garantir a liberdade de expressão artística e em uma ocupação do espaço urbano mais humanista e organizada.
 
Oferecendo serviços que passam por curadoria, consultoria, produção e criação de conteúdo, a Giro8 Produtora é hoje referência em projetos que levem em contato o potencial criativo do espaço urbano, auxiliando marcas a se firmarem como agentes de transformação das cidades.


Sobre a Ditto Music:
 

Fundada em 2006 pelos irmãos Matt e Lee Parsons, a Ditto Music acumula feitos importantes. Por 20 vezes seus lançamentos indies alcançaram o Top 40 Hits no Reino Unido. A empresa “fundou” seis mil gravadoras e, no ano de 2016, foi ranqueada em 18º lugar entre os maiores distribuidores de música digital nos EUA.

Em 2018 a Ditto Music foi pela quarta vez indicada como o melhor serviço de distribuição digital Selo/artistas pela “Music Weeks Awards”, maior prêmio da indústria do Reino Unido.

Desde abril de 2017 no Brasil, com sede em São Paulo, a britânica Ditto Music está presente com escritórios no Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Suécia, África do Sul, México, Espanha, Argentina, Filipinas e Índia. A empresa de distribuição digital atende mais de 150 mil artistas e selos e os distribui em mais de 200 lojas de música, em mais de 240 países, incluindo os maiores players como: Spotify, Napster, Apple Music,Google Play, Amazon, VEVO, eMusic, Beatport e os grandes players locais em cada país.

Os serviços de distribuição digital da Ditto Music lidam com artistas já estabelecidos no cenário musical, além de selos, artistas emergentes e em desenvolvimento do mercado independente.

A Ditto Music hoje é a distribuidora independente que mais cresce, tanto no quesito quantitativo como qualitativo e está em plena expansão no mundo. Seus serviços são reconhecidos por milhares de selos e artistas independentes mundo afora, que em conjunto com as equipes locais vêm aumentando suas receitas.


Sobre – Unibes Cultural:
 

Ao completar dois anos de atividade, a Unibes Cultural consolida seu papel de hub da cultura, do empreendedorismo criativo e das causas sociais na cidade de São Paulo, ao convergir, conectar e distribuir cultura e diferentes conhecimentos. Assim, a instituição assume a vocação não só de formadora de público, mas também de agente transformador do cenário cultural. A estratégia não é criar uma nova agenda para São Paulo, mas potencializar o que já é feito por meio de espaço, encontros, debates e reflexões para todos que querem ajudar a preparar a cidade para o futuro.

A Unibes Cultural iniciou as atividades em agosto de 2015, como resultado de estudos realizados nos anos anteriores pela Unibes a fim de definir uma nova proposta para a cidade de São Paulo: pensar a cultura como vetor de desenvolvimento social, assim como a educação, a saúde, a geração de renda e as outras atividades exercidas pela instituição há mais de cem anos.

O objetivo é ir além da promoção cultural e refletir sobre o papel do indivíduo na sociedade do século XXI, caracterizada pelas novas tecnologias e as consequentes mudanças de comportamento. Como exemplo, um dos destaques entre as atrações do biênio foi a exposição Diálogo no Escuro, em que os visitantes percorriam ambientes totalmente sem luz e eram guiados por deficientes visuais. Além de fazer o público explorar os demais sentidos do corpo, a mostra teve como mensagem-chave a empatia, o que a torna seminal em uma sociedade cada vez mais complexa.

SERVIÇOS – SÃO PAULO
Rock in Lounge – 2018
Bandas: Mamamute e Wasadog
Teatro Unibes Cultural
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré – SP
Data: 26/05/2018
Horário: das 15hs às 18hs
Classificação etária: 12 anos
Reserve seu ingresso no link: AQUI



Fonte: Universo do Rock