sábado, 13 de julho de 2019

NASA junta forças com Alan Parsons no 50º aniversário da Apollo 11

NASA junta forças com Alan Parsons no 50º aniversário da Apollo 11
 imagem divulgação
 
Em 20 de julho de 1969 uma boa parte do mundo em torno de televisores com imagens em preto e branco acompanhando a chegada do homem à Lua com a missão Apollo 11, comandada pela NASA. Naquele mesmo mês, um jovem engenheiro de som britânico de 20 anos chamado Alan Parsons ajudava os Beatles a dar os últimos retoques no que seria seu penúltimo lançamento, o álbum Abbey Road.

A partir daí, Alan se tornaria um dos produtores mais bem-sucedidos de todos os tempos, gravando com Wings, Pink Floyd, The Hollies, entre outros grandes nomes da música mundial, além de formar um grupo musical que leva o nome de The Alan Parsons Project.

Muita coisa mudou nos últimos 50 anos. O programa Apollo não está mais ativo e os Beatles não existem mais, mas Parsons continua mais ocupado do que nunca.

Depois de 13 nomeações, o cara finalmente ganhou um Grammy este ano por seu clássico álbum Eye in the Sky: 35th Anniversary Immersive Edition. 2019 também marcou o lançamento do primeiro álbum de Alan Parsons com material inédito em 15 anos chamado TheSecret .

No mês passado, o Alan Parsons Live Project uniu-se à famosa Orquestra Filarmônica de Israel em apresentações no Auditório Charles Bronfman, em Tel Aviv. As performances históricas foram capturadas em vídeo pela equipe de produção e direção da Trinity Houston e David Minasian e formam a base para a mais recente exploração audiovisual do músico: OneNoteSymphony. Coescrita por Parsons e seus companheiros de banda Todd Cooper (sax e vocal) e Tom Brooksmusic (teclados), essa canção conta o som universal que a Terra faz enquanto viaja pelo espaço (7.83 hz). O clipe, que acaba de ser lançado, apresenta a banda Alan Parsons Live Project se apresentando ao lado da Filarmônica de Israel com o reforço de efeitos visuais de tirar o fôlego do próximo filme de ficção científica do diretor Bobby Bala, The Shipment, junto com imagens de arquivo da Apollo fornecidas pela NASA.

O Alan Parsons Live Project foi convidado pela Agência Espacial para realizar um show no Cocoa Riverfront Park em Cocoa,  na Flórida, neste sábado (13), em comemoração ao pouso lunar da Apollo 11. Nesse mesmo evento, Rick Armstrong , filho do primeiro homem a pisar na superfície lunar fará uma apresentação com sua banda Edison’s Children.

No player abaixo você confere o novo vídeo de Alan Parsons realizado em parceria com a NASA:
https://vimeo.com/346488263
https://vimeo.com/346488263


Fonte: Rádio Rock
 <iframe src="https://player.vimeo.com/video/346488263" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen" allowfullscreen></iframe> <p><a href="https://vimeo.com/346488263">Alan Parsons: One Note Symphony - A Tribute to NASA</a> from <a href="https://vimeo.com/user39447161">IM&sup3;Global</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>

sábado, 22 de junho de 2019

Sepultura comemora Dia Mundial do Rock em São Paulo


Sepultura comemora Dia Mundial do Rock em São Paulo 

O rock pesado do Sepultura fará a festa em comemoração ao Dia Mundial do Rock, 13 de julho. Um dia antes (12), Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) levarão os grandes sucessos da banda ao Tom Brasil, no show Duas Trincas Concert.

Como o próprio nome diz, o repertório será baseado em seis discos emblemáticos do Sepultura – considerado referência do metal brasileiro no mundo – divididos em duas trincas.

“A primeira terá Beneath The Remains (1989), Arise (1991) e Chaos A. D. (1993), e a outra com Kairos (2011), The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart (2014) e Machine Messiah (2017). Vamos tocar três músicas de cada álbum para representar as melhores épocas da carreira do Sepultura. São os álbuns mais conceituados das duas fases. O set list será exclusivo para este show”, explica o guitarrista Andreas Kisser.

Formado em Belo Horizonte, em 1984, o Sepultura passou a ser uma das principais figuras no cenário underground que florescia para o thrash metal. Com sonoridade inventiva e exuberante e ao mesmo tempo crua e primitiva, a banda rompeu preconceitos ao fixar a América do Sul no mapa do metal assim como ajudou a dar forma para algo novo e brutal no heavy metal desde seus primeiros álbuns, Morbid Visions, Schizophrenia e Beneath The Remains. Obstinados a viajar para qualquer parte, o Sepultura construiu com firmeza uma das bases de fãs mais dedicada do planeta e, enquanto na década de 1990 muitas bandas tentavam se firmar criativa e comercialmente, os brasileiros conseguiram isso de ponta a ponta: em 1993, com “Chaos AD”, e em 1996, com “Roots”, clássicos instantâneos que provaram desde o lançamento serem extremamente influentes sobre várias gerações de músicos do metal.

A saída de Max Cavalera, frontman e membro fundador da banda em 1997. poderia ter descarrilado um grupo menos focado, mas mais tarde, naquele mesmo ano, a convocação do vocalista Derrick Green se provou um golpe de mestre.

As duas últimas décadas assistiram o Sepultura evoluir, diversificar e prosperar com o lançamento de uma sucessão de registros devastadores que adicionaram muita profundidade à ilustre biografia da banda. Da indiscriminada euforia causada pelo primeiro registro de Green no grupo, Against (1998), à Roorback (2003), para o brilhante e com riffs que guiam ao futurismo, Kairos (2011) e o extremamente aclamado The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart (2013), produzido por Ross Robinson, o progresso do Sepultura tem sido perpetuado com sua integridade artística impecável.

O álbum Machine Messiah é um disco com músicas cuidadosamente elaboradas, desafiadoras e impactantes. Lançado em 2017, traz o casamento perfeito entre os melhores solos de Andreas Kisser e a voz potente de Derrick Green, dois gigantes do heavy metal mundial.

Sonoridade e riffs bem encorpados são a essência do álbum. As faixas têm características únicas e não deixam de marcar a inovação musical do Sepultura.

Iceberg Dances, por exemplo, faz a guitarra de Kisser praticamente falar. “Há muitos elementos novos nesse disco e isso é algo que sempre fazemos. “Sempre colocamos 100% de energia e paixão. Falamos muito sobre tudo, especialmente quando chega a parte das letras e encontrar o melhor caminho para expressar o que queremos dizer”, afirma Kisser.

Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) celebraram recentemente os 33 anos de existência do Sepultura. Derrick tem um motivo a mais para comemorar: está há 20 anos à frente dos vocais da banda.


Serviço:
Sepultura em São Paulo
Banda de abertura Kisser Clan
Data: 12 (sexta-feira) de Julho de 2019
Local: Sala de espetáculos – Tom Brasil
Horário de início do show: 22h Horário de abertura da casa: 20h
Mais informações e ingressos: https://www.grupotombrasil.com.br/sepultura/



Via: Rádio Rock
https://biofitthe.blogspot.com/
 

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Banda Dead Kennedys diz que não sabia de pôster alusivo a Bolsonaro e revolta fãs

“A banda sente que não pode presumir saber o suficiente sobre situações em outros países para entrar em suas políticas específicas. O cartaz liberado não reflete uma declaração política ou posição do Dead Kennedys”, diz comunicado oficial do grupo



Foto: Reprodução/Twitter 




A banda Dead Kennedys provocou revolta nos fãs brasileiros. Na noite desta segunda-feira (22), o grupo divulgou um comunicado oficial, anunciando que não autorizava o uso do pôster criado pelo artista brasileiro Cristiano Suarez.

No cartaz, feito exclusivamente para divulgar as datas da turnê de maio pelo Brasil, é retratada uma família que veste camisetas da seleção brasileira e que usa perucas em referência ao palhaço Bozo, nome pelo qual o presidente Bolsonaro passou a ser chamado por seus opositores. Os integrantes da família, incluindo as crianças, seguram armas e, ao fundo, é possível ver favelas explodindo.

“I love the smell of poor dead in the morning!” (em português, “eu amo o cheiro de pobre morto pela manhã!”), diz um dos personagens no pôster.

Na nota oficial, a banda explicou que o cartaz “foi divulgado pelo promotor dos shows sem o conhecimento do Dead Kennedys, e não é autorizado”.


Antifascista

“O Dead Kennedys é uma banda punk americana icônica que é conhecida por suas declarações políticas e assume uma forte posição antifascista, antiviolência, no entanto, a banda sente que não pode presumir saber o suficiente sobre situações em outros países para entrar em suas políticas específicas. O cartaz liberado não reflete uma declaração política ou posição do Dead Kennedys. A mensagem básica da banda tem sido, e ainda é, pedir que as pessoas pensem por si mesmas, não para lhes dizer o que pensar”, destacou o comunicado. 





Fonte: Revista Fórum




sábado, 19 de janeiro de 2019

Morre aos 53 anos Macelo Yuka, fundador do grupo O Rappa

Marcelo Yuka, fundador do O Rappa (Foto: Divulgação) 
Marcelo Yuka, fundador do O Rappa (Foto: Divulgação)


O mundo da música brasileira perdeu mais um grande nome na noite desta sexta-feira (18). Faleceu aos 53 anos o cantor e compositor Marcelo Yuka, um dos fundadores do grupo O Rappa.



O músico apresentava um quadro de infecção generalizada em decorrência de um segundo AVC. O seu estado de saúde estava ficando cada vez mais debilitado desde meados de 2018, quando ele sofreu o “acidente” pela primeira vez.




Marcelo Yuka, nome artístico de Marcelo Fontes do Nascimento, era carioca e ganhou projeção nacional em 1993, quando fundou o grupo O Rappa.


Ele se tornou um dos principais compositores do rock nacional com sucessos como Minha Alma e Pescador de Ilusões.


EMPRESÁRIO HAVIA DIVULGADO ESTADO DE SAÚDE DE YUKA


Na tarde da sexta-feira, 04 de janeiro, o fundador da banda O Rappa, Marcelo Yuka, virou assunto. Isso porque o baterista estava internado em estado grave no Rio de Janeiro.

As primeiras informações dadas falavam que Yuka havia falecido, informação essa confirmada pela assessoria de imprensa quando questionada pelo jornalista Leo Dias, na qual publicou a notícia no twitter. Em seguida, Leo Dias, atualizou o post dizendo que a família nega a morte e confirma o estado grave da internação.

O músico e compositor Marcelo Yuka, um dos fundadores da banda O Rappa, está internado em estado grave 
O músico e compositor Marcelo Yuka, um dos fundadores da banda O Rappa, está internado em estado grave (Foto: Reprodução)


Agora, o empresário dele, Geraldinho Magalhães, visitou o músico neste sábado, 05 de janeiro, e disse ao UOL que ele estava em coma induzido. “Fui no CTI e o quadro dele se mantém. Ele está inconsciente, mas me pareceu sereno, bem. Mais tardar amanhã devemos ter notícias dos médicos”, disse ele por telefone.



A assessoria do hospital confirmou que Yuka seguia internado e diz que não pode divulgar informações sobre o estado de saúde dele. Yuka está internado há duas semanas, quando deu entrada no hospital para tratar de uma infecção.



 





Fonte: O TV Foco

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Huey Lewis and The News prepara 1º álbum de inéditas em 18 anos

Huey Lewis and The News prepara 1º álbum de inéditas em 18 anos


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Huey Lewis and The News prepara 1º álbum de inéditas em 18 anos

Huey Lewis and The News prepara 1º álbum de inéditas em 18 anos
 imagem divulgação



A veterana banda, ícone dos anos 80, Huey Lewis and the News, vai lançar um novo álbum de estúdio. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (18) pela gravadora BMG com a qual a banda assinou um contrato.

“No momento em que nos aproximamos de Huey e da banda, ficou claro que se trata de um casamento perfeito”, disse John Loeffler, diretor de marketing da BMG, em um comunicado de imprensa. “Esperamos dar à banda mais oportunidades para aproveitar tudo o que temos para oferecer e desenvolver com eles novos empreendimentos criativos”, acrescentou.

Para o vocalista Huey Lewis, o grupo vive a partir de agora um momento de expectativa junto com os fãs para concluir o novo disco. “Estamos muito entusiasmados com o nosso novo álbum e sinceramente sentimos que está entre os nossos melhores trabalhos – não podemos esperar para divulgá-lo! Estamos igualmente animados por estar na BMG”, disse o músico.

Huey Lewis and the News se tornou sucesso ao incorporar em sua sonoridade rock´n´roll influências de R&B e soul, numa receita que conseguiu envolver o público em todo o mundo, vendendo mais de 20 milhões de álbuns e marcando seu lugar mundo do pop rock.

A formação atual da banda conta com Huey Lewis (vocal e harmônica), Johnny Colla (saxofone, guitarra e vocal), Bill Gibson (bateria, percussão e vocal), Sean Hopper (teclados e vocal), Stef Burns (guitarras e vocais) e John Pierce (baixo). Nas apresentações ao vivo os caras contam com seus músicos de metais: Rob Sudduth (saxofone tenor), Marvin McFadden (trompete) e Johnnie Bamont (saxofone barítono).

Como na cola de um disco novo deverá pintar uma turnê mundial, então, comece a se preparar para receber os caras por aqui dando uma olhada numa apresentação ao vivo de Huey Lewis and the News:




Fonte: Rádio Rock 

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Seis anos depois, Petrobras lança edital de patrocínio para música


Inscrições estão abertas para três categorias e empresa prevê investimento de R$ 10 milhões. Foto: Nelson Perez/Agência Petrobras. 


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O programa Petrobras Cultural vai selecionar projetos para serem patrocinados pela empresa na área musical. Ao todo, a empresa destina o valor de R$ 10 milhões, que serão distribuídos em propostas em três categorias: Circulação de Shows, Festivais e Projetos Especiais Inovadores. É a primeira vez que a empresa abre edital na área musical desde 2012. 

O lançamento dessa nova etapa do PPC aconteceu na chamada pública “Petrobras Música em Movimento 2018″, na manhã desta terça (4/12), na Casa do Choro, no centro do Rio de Janeiro. A apresentação foi feita pelo Gestor de Projetos Culturais da empresa, Milton Bittencourt, e teve a participação do cantor Lenine.

Ele falou sobre o projeto “Lenine Em Trânsito”, turnê de oito shows por capitais brasileiras patrocinado pela Petrobras, e que resultou na gravação de CD e DVD, vencedor do Grammy Latino na categoria “Melhor álbum de rock ou música alternativa em língua portuguesa”. Participaram do evento produtores e jornalistas convidados pela empresa.

De acordo com o edital, nesta chamada serão priorizadas propostas que apresentem novas formas de difusão e participação, assim como ideias e tecnologias inovadoras. Os projetos podem ser apresentados até o dia 4 de janeiro de 2019, para serem realizados a partir de julho.

A categoria “Circulação de Shows” se subdivide em duas, “Novos Talentos”, que contempla projetos de até R$ 350 mil, com pelo menos quatro shows em três estados diferentes, e “Grande Circuito”, para projetos entre R$ 350 mil e R$ 1 milhão, com o mínimo de sete shows em quatro estados.

A categoria “Festivais” também tem duas subdivisões. Uma faixa para projetos de até R$ 600 mil, e outra que contempla projetos entre R$ 600 mil e R$ 1,2 milhão, ambas para a realização de duas edições consecutivas.

Para a categoria “Projetos Inovadores” a verba disponível é de até R$ 2 milhões. De acordo com o edital, trata-se de uma área voltada para iniciativas que apresentem novos formatos e tecnologias: plataformas digitais, experiências de realidade virtual ou aumentada, exposições interativas, cobertura virtual de turnês e canais de música.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link a seguir, onde o regulamento também está disponível: https://ppc.petrobras.com.br/chamadas-publicas/projetos-de-musica-2018/inscricoes




Fonte: Rock em Geral
 

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