terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Roger Waters, o gênio criativo do Pink Floyd, desembarca ao Brasil em 2018

FOTO: Kate Izor / Divulgação
A turnê apresenta os destaques do trabalho inovador de Waters com músicas dos melhores álbuns do Pink Floyd. Entre elas: Wish You Were Here, The Wall, Animals e Dark Side of The Moon. Músicas do seu mais recente álbum aclamado pela crítica, “Is This the Life We Really Want?”, também farão parte dos shows.

A turnê Roger Waters – Us + Them marca o retorno do artista para o Brasil desde 2012, quando esteve no país com a turnê The Wall Live (2010-2013), que foi vista por mais de 4 milhões de fãs ao redor do mundo, em 219 shows. E até hoje é a maior turnê de um artista solo na história. No país, Roger irá fazer sete apresentações em 2018 – São Paulo, dia 09 de outubro, no Allianz Parque; em Brasília, dia 13 de outubro, no Estádio Mané Garrincha; em Salvador, dia 17 de outubro, na Arena Fonte Nova; em Belo Horizonte, dia 21 de outubro, no Estádio do Mineirão; no Rio de Janeiro, dia 24 de outubro, no Estádio do Maracanã; em Curitiba, dia 27 de outubro, no Estádio Couto Pereira; e em Porto Alegre, dia 30 de outubro, no Estádio do Beira-Rio.


SERVIÇOS:

SÃO PAULO (SP)
Data: Terça-feira, 09 de outubro de 2018.
Local: Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840 – Perdizes – São Paulo – SP
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 165 a R$ 810 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 165,00 R$ 330,00
PISTA R$ 190,00 R$ 380,00
CADEIRA INFERIOR R$ 275,00 R$ 550,00
PREMIUM ELO R$ 405,00 R$ 810,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

BRASÍLIA (DF)
Data: Sábado, 13 de outubro de 2018.
Abertura de portões: 17h
Horário: 21h30
Local: Estádio Nacional Mané Garrincha – Asa Norte, Brasília – DF
Ingressos: de R$ 120 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 120,00 R$ 240,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA INFERIOR R$ 245,00 R$ 490,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

SALVADOR (BA)
Data: Quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Local: Itaipava Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré, Salvador
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 90 a R$ 710 (ver tabela completa)
SUPERIOR R$ 90,00 R$ 180,00
LESTE INTERMEDIÁRIO R$ 130,00 R$ 260,00
NORTE INTERMEDIÁRIO R$ 130,00 R$ 260,00
PISTA/NORTE INFERIOR R$ 150,00 R$ 300,00
OESTE INFERIOR R$ 210,00 R$ 420,00
LESTE INFERIOR R$ 210,00 R$ 420,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 355,00 R$ 710,00
LOUNGE PREMIUM R$ 355,00 R$ 710,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

BELO HORIZONTE (MG)
Data: Domingo, 21 de outubro de 2018
Local: Estádio do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 150 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 150,00 R$ 300,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA INFERIOR R$ 245,00 R$ 490,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

RIO DE JANEIRO (RJ)
Data: Quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Local: Estádio do Maracanã – Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro – RJ
Abertura dos Portões: 17h
Horário: 21h
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR 2 SUL R$ 110,00 R$ 220,00
CADEIRA SUPERIOR NIVEL 5 R$ 110,00 R$ 220,00
CADEIRA INFERIOR SUL R$ 150,00 R$ 300,00
CADEIRA SUPERIOR LESTE R$ 150,00 R$ 300,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA INFERIOR LESTE R$ 245,00 R$ 490,00
CADEIRA INFERIOR OESTE R$ 245,00 R$ 490,00
CADEIRA MARACANÃ MAIS LESTE R$ 360,00 R$ 720,00
CADEIRA MARACANÃ MAIS OESTE R$ 360,00 R$ 720,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

CURITIBA (PR)
Data: Sábado, 27 de outubro de 2018
Abertura dos Portões: 17h
Apresentação: 21h30
Local: Estádio Couto Pereira – R. Ubaldino do Amaral, 37 – Alto da Glória, Curitiba – PR
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
ARQUIBANCADA R$ 110,00 R$ 220,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA SOCIAL R$ 195,00 R$ 390,00
CADEIRA PRO TORK R$ 245,00 R$ 490,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

PORTO ALEGRE (RS)
Data: Quarta-feira, 30 de outubro de 2018.
Local: Estádio Beira-Rio – Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas – Porto Alegre -RS
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 125,00 R$ 250,00
PISTA R$ 180,00 R$ 360,00
CADEIRA INFERIOR R$ 250,00 R$ 500,00
SKY BOX R$ 270,00 R$ 540,00
CADEIRA PREMIUM R$ 270,00 R$ 540,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 382,50 R$ 765,00


Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI 


Fonte: Universo do Rock

APOIO:
http://parnaibatotalrock.com/

sábado, 30 de dezembro de 2017

Veja o clipe de ‘For The Demented’, faixa que dá nome ao novo disco do Annihilator

Annihilator - Foto: Divulgação 

O Annihilator lançou disco novo em novembro e, com ele, o clipe da faixa que dá nome ao novo trabalho. O vídeo de “For The Demented” está disponível no YouTube e traz o grupo em mais uma performance comandada pelo mago das guitarras Jeff Waters.

O novo disco é o 16º de estúdio do Annihilator.
Sucedeu o álbum “Suicide Society”, lançado em 2015.
No trabalho novo de estúdio, a banda tem mudanças em relação à formação que gravou o disco anterior.

Daquele álbum, sobraram Waters, na guitarra e nos vocais, e o guitarrista Aaron Homma.

As mudanças em relação ao disco “Suicide Society” estão na bateria e no baixo. Na bateria, Fabio Alessandrini assumiu o lugar que foi de Mike Harshaw. No baixo, Rich Hinks está no lugar de Cam Dixon. O Annihilator fez ótimos shows quando veio ao Brasil nos anos de 2013 e 2012.

Veja abaixo o clipe de “For The Demented”.

Fonte: Rock Reverso 
FELIZ 2018

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Planet Hemp libera teaser de “A Vitória Não Virá Por Acidente”, novo documentário sobre a banda



O Planet Hemp divulgou o teaser de seu novo documentário, através de sua página no Facebook. Batizado de A Vitória Não Virá Por Acidente, o vídeo de cerca de um minuto contextualiza o momento da prisão da banda em 1997 pela acusação de apologia às drogas com manchetes de 2017 em que a Justiça autoriza o plantio da maconha para uso medicinal.

A prisão aconteceu em Brasília, na madrugada do dia 10 de novembro de 1997, logo após um show para sete mil pessoas. Numa época em que o debate sobre a legalização da maconha era torpemente criminalizado no Brasil, o grupo carioca foi alçado ao posto de “bode expiatório” por conta das letras críticas e diretas. Mas o tiro saiu pela culatra. Depois do ocorrido, o Planet Hemp ganhou ainda mais fãs, passou a vender mais discos e se projetou como uma das mais icônicas bandas do rock nacional dos anos 90.

O segundo documentário sobre a banda será lançado nesta sexta-feira (22). Em outubro deste ano foi divulgada a cinebiografia Legalize Já, que conta a história da formação do grupo.

Veja vídeo via Facebook: 

Abaixo tem "Legalize já"

Fonte: Portal Rock Line

domingo, 17 de dezembro de 2017

Golpe foi dado por "velhos aristocratas", diz fundador do Ratos de Porão

João Carlos Molina Esteves, o Jão, falou sobre o movimento punk, política e projetos futuros 

“Foi um golpe de velhos aristocratas que não querem ver pobre em avião. Para eles pobre tem que andar de ônibus, tem que se foder, engraxar o sapato deles e servir a comida deles. Rui Barbosa dizia não se iluda com pessoas de cabelo branco, pois os canalhas também envelhecem”.

Com essa frase João Carlos Molina Esteves, 55 anos, ou simplesmente Jão, guitarrista do Ratos de Porão e do Periferia SA, resume o cenário político do Brasil após o golpe que colocou Michel Temer na presidência da república. Fundador da lendária banda criada em 1981 em meio a explosão do movimento punk no Brasil, Jão atendeu a reportagem do Porém.net horas antes de um show do RDP no Jokers Pub, em Curitiba.

A formação atual com Jão na guitarra, João Gordo no vocal, Boka na bateria e Juninho no baixo é a com mais longevidade ao longo dos 36 anos de carreira do Ratos. Depois de tantas mudanças de integrantes (13 no total), Jão diz que a tolerância e o respeito as individualidades de cada um tem sido a fórmula. “São três veganos e eu sou o açougueiro da banda”, brinca o guitarrista, que é um dos sócios do Underdog, um bar-restaurante em São Paulo especializado em carnes. O prato principal é a parrilla argentina.

Veia operária que permanece ativa no RDP, Jão falou da ascensão do fascismo, da extrema direita e personagens caricatos como Jair Bolsonaro, ao qual classifica como uma ‘toupeira’. “Tem um monte de filha da puta que tem orgulho de um cara deste. Devem se identificar pela toupeirice. Discuto nas redes sociais com esses babacas que acreditam que a terra é plana, que Hitler era comunista. Os Bolsominions da vida, esses escrotos que seguem MBL. Tem até punk que gosta de Bolsonaro. Um cara deste não está entendendo porra nenhuma”.

Esse cenário político atual deve inspirar o próximo projeto do Ratos de Porão, como antecipa o guitarrista. “Estamos terminando de compor, pois o momento do Brasil é bem propício. Motivo para fazer letra tem”. O último álbum lançado pela banda foi Século Sinistro, em 2014.
Confira a entrevista na íntegra:

São 36 anos de carreira. Como manter a mesma pegada, atravessando gerações de fãs?
O Ratos de Porão nunca criou expectativa de sucesso, de exposição em mídia. A própria correria foi mantendo a coisa viva. Não somos uma banda popular nem dentro do rock, mas temos um público fiel no mundo inteiro. Isso é gratificante. É legal você ver um cara da Sérvia, por exemplo, que vai no seu show e diz: escuto sua banda faz tempo. Tem isso e tem o fato da gente gostar do que faz, isso é o que mantém a banda viva. A gente vê muita banda que pinta e depois de um ano some. Vamos pegar um exemplo daquela época das bandas emo, o Restart. Os caras fizeram sucesso, talvez ganharam em um ano mais do que eu ganhei na vida inteira, mas os caras não conseguem viver sem aquilo, sem grana e as facilidades que o sucesso traz. A gente já teve exposição em mídia, o Gordo já foi apresentador da MTV, mas isso para o Ratos nunca foi um retorno positivo. Somos uma banda que veio do punk, então o fato do vocalista trabalhar na TV não trouxe sucesso, pelo contrário, trouxe cobrança ideológica. A banda sempre tentou manter-se a parte disso, inclusive o Gordo.

O Ratos passou por mudanças de integrantes e do som da banda. Fale dessas transformações e cobranças que receberam.
O lance da cobrança do estilo musical já foi pior, pois às vezes é difícil para algumas pessoas assimilarem. Queira ou não, o Ratos deu a cara para bater, deu um passo a frente, ninguém estava misturando punk com metal quando a gente começou. Da parte do punk sempre teve aquele lance dos caras torcerem o bico. O Ratos sempre fez discos diferentes um dos outros, sempre mantendo o estilo da banda. Óbvio que teve outros ingredientes que foram somados a nossa música, influências diversas também. Tem banda como ACDC, Motorhead, Ramones, Cólera, que podem ficar tocando a mesma coisa a vida inteira e se sentir bem com isso. Não é meu caso. Gosto de fazer coisas que sejam relevantes para mim em primeiro lugar.

E o que tem escutado?
Tem uns estilos que meio que doem no saco, bandas nessa linha tipo Slipknot, tem umas guitarronas e tal, maior visual maneiro, mas eu não consigo parar para ouvir. Não sei se estou ficando um velho chato. Quando eu pego coisa nova para ouvir é banda tipo Slayer, que lança sempre disco bom, Napalm Death, Testament, Exodus. Não são bandas novas, são discos novos. Citei o new metal, que o cara vai cantando meio ‘amorosozinho’ e depois vai ficando ‘raivosão’. Sei lá, prefiro ouvir um Johnny Cash.

Como é a relação com os demais integrantes do RDP?
Bem boa, viajamos junto para caralho. Viajamos mais juntos entre nós do que com as nossas famílias. Respeitamos as individualidades. Sou o único que não sou vegano. A gente tem nossa vida fora da banda e ninguém fica andando junto para lá e para cá. Fora do lance do Ratos, cada um tem sua vida e é bem diferente a vida de cada um. Isso é bom, pois na época lá de atrás, quando a gente do Ratos andava toda hora junto, tinha mais treta. Na época do Jabá [ex-baixista e um dos fundadores 1981-1993], do Spaghetti [ex-baterista 1981 a 1991]. A gente era jovem, louco para caralho, a banda tinha mais exposição. Quando a gente fez o Brasil [álbum lançado em 1989], a gente estava em gravadora grande, saía em revista, éramos um bando de punk louco sem noção. Era mais complicado, pois isso acaba desgastando.

Foto: Gibran Mendes 

Seu pai tinha uma oficina de pintura de carros, você trabalhou de motoboy, com Kombi em transportadora. Podemos considerar o Jão, a veia operária do Ratos?
Pode se dizer que sim. Hoje eu tenho um bar, que a especialidade é carne, a parrilla argentina. Isso criou uma piada dentro da banda de que o Ratos criou um açougue. Três são veganos e eu sou o açougueiro da banda. Venho de família operária, o rock me deu muita coisa, mas nunca me deu luxo. Consegui criar minhas filhas, viver e criá-las honestamente. Criar filho com rock no Brasil é meio foda, ainda mais com um som do tipo do Ratos.

Qual a diferença dos projetos e dos públicos do Ratos de Porão e do Periferia SA.?
O público do Ratos é mais eclético. Vai desde o pessoal do punk, do hardcore, do metal, até uns perdidos que falam que é a banda do João Gordo. Já o Periferia é algo mais direcionado musicalmente, não é tão eclético. Fazemos um punk de protesto, hardcore old school. Essa é a nossa pegada. Muita gente que não vai no show do Periferia, vai no show do Ratos. E tem gente que vai no Periferia e não gosta do Ratos.

Vocês foram precursores do punk no Brasil e na época havia rivalidade entre os punks de São Paulo (capital) e do ABC. Fale desse período.
Era uma treta de gangue bairrista, uns se achavam mais punk que os outros. Quando entrei no punk eu nunca tinha ido para o ABC. Pelo fato do ABC ter as empresas multinacionais, as indústrias, tinha muito punk working class, mais tinha muito skinhead, aquele lance nacionalista. E isso também era motivo de briga. No fundo acho que todo mundo gostava de brigar e de ter uma treta. Eu particularmente, o Jão, nunca tive nada com os caras. Eu até achava que tinha umas bandas do ABC bem mais fodas que as de São Paulo, tipo o Áustria. Quando teve o Começo do Fim do Mundo [festival punk em 1982], no Sesc Pompéia, foi tenso, pois juntou todo mundo, juntou punks de São Paulo e do ABC pela primeira vez. O clima era de que iria dar merda. Os caras do ABC achavam que a gente era playboy, mas não tinha playboy, a gente era da periferia de São Paulo. Subúrbio e periferia é tudo a mesma coisa, gente excluída da sociedade. Hoje já tem o lance ideológico, do tipo: sou vegano e não ando com você, sou anarcopunk e não ando com você, sou crust e não ando contigo.

Foto: Gibran Mendes 

Quais as histórias mais bizarras que lembra nestes 36 anos?
Coisas bizarras acontecem sempre. Mas tem umas coisas que são bem loucas, se puxar no Youtube vai achar lá “Ratos: bolt of love”, a gente tocando em um barco do amor em um lago na Finlândia. A gente tocando e o barquinho chacoalhando. Esse ano fizemos uma turnê latino-americana em lugares que nunca tínhamos ido. Costa Rica, El Salvador. É louco ver que a gente tem público lá. Na Bolívia, por exemplo, teve um show com uns moleques que tinham umas camisetas escritas Ratos de Porão a mão, pois os moleques não tinham dinheiro para comprar e acho que nem chegava nosso material lá. Isso é louco, pois remete a minha adolescência. Tinha umas camisetas escritas “vida ruim”, “Ratos de Porão”. Me identifiquei para caralho. Hoje, mesmo com esse mundo globalizado, tem um monte de excluído. Se marcar está pior. A evolução é relativa.

Em 1989 vocês lançaram Brasil, com clássicos como Amazônia Nunca Mais, Farsa Nacionalista, Máquina Militar, Crianças Sem Futuro. Trace o Brasil de 1989 e o Brasil atual?
O momento atual do Brasil como sociedade está bem estranho. Não sei até que ponto as redes sociais influenciaram nisso. Hoje em dia tem um monte de filha da puta eleitor do Bolsonaro que tem orgulho disso, orgulho de um cara que é a maior toupeira. Se identificam pela toupeirice entre o candidato e o eleitor. Discuto nas redes sociais com uns babacas que acreditam que a terra é plana, que Hitler era comunista. O mundo tem muita informação hoje, na minha época você tinha que correr atrás da informação. Era através de livros, livro te salvava. Hoje os idiotas compram ideias prontas. A política no Brasil está bizarra, a eleição do ano que vem é um negócio temeroso. As opções são brutas, até Luciano Huck tentaram lançar. Depois do golpe, pois isso foi um golpe, um golpe de velhos aristocratas que não querem ver pobre em avião. Para eles pobres tem que andar de ônibus, tem que se foder,  engraxar o sapato deles, servir a comida deles. Olha o Temer, eu desejo muito mal para esse verme filho da puta. Onde está aquela galera que estava fazendo dancinha na Paulista pintado? Onde está essa gente? Essa galera não está se sentindo enganada? Não é possível, o preço da gasolina para mim é o mesmo que para eles. Olha esse lance trabalhista [reforma trabalhista], eu não sou empregado, mas no meu bar eu tenho várias pessoas registradas. Eu não concordo com isso ai e não vou fazer isso com os caras que trabalham para mim. O bagulho foi um crime, um roubo, uma exploração.

E o Dória?
Putz, o Doriana é triste hein malandro! Os caras pensaram que ele iria colocar todo mundo de camisa polo Ralph Lauren na escola, caviar na merenda, vai vendo. O cara é um patife, um marqueteiro. Nunca cuidou nem da conta corrente dele, não sabe administrar nada. É capaz de um bosta deste tentar ser candidato. Quem votou no cara lá em São Paulo não quer dar o braço a torcer, assim como a galera que apoiou o golpe. Os caras tem tipo orgulho, jamais vão admitir que estão errados. O cara burro não admite nunca, ele vê que a gasolina está mais de quatro contos, vê os direitos trabalhistas roubados, vê professor não ganhando salário, mas não admite a merda toda. Pega o Alckmin, outro patife da pior espécie. Já dizia Rui Barbosa, “não se iluda com pessoas de cabelo branco, pois os canalhas também envelhecem”.

Foto: Gibran Mendes 


A repressão, a violência policial, sempre estiveram nas letras do Ratos. Diante do atual cenário, para onde podemos caminhar?
Acho preocupante todo esse lance de repressão. Eu sempre posto lá [Facebook], a polícia militar tem que acabar, porque esse formato aí é da ditadura. Estamos no mesmo nível daquela época, vai professor protestar porque não está ganhando salário e leva bala de borracha, spray de pimenta no olho. Quando eu posto isso sempre vem os Bolsominions dizer: “quem tem medo de polícia é bandido (sic)”. Essas frases prontas. Não sou bandido, mas sou cabreiro com a polícia sim.

Quando o Ratos estava prestes a completar 30 anos foi lançado o documentário Guidable. Recentemente vocês fizeram um show com outras bandas, como Resto de Nada, Mercenárias, AI-5, em comemoração aos 40 anos do punk rock. E para os 40 anos do RDP, o que vislumbrar?
Quando o Ratos fez 30 anos eu juntei quase todo mundo que tocou no Ratos, faltou só o Pica Pau [ex-baixista 1995 a 1999]. Era para ter saído um DVD disso ai. Contamos a história da banda através da discografia com as formações da época. Mas deu merda no áudio e desistimos de lançar. Sobre os 40 anos têm quatro anos para gente pensar, mas vamos comemorar de alguma forma sim.

Vocês estão no estúdio compondo?
Estamos terminando de compor, mas cada um tem sua vida, seus projetos paralelos, mas estamos querendo fazer disco novo por aí, pois o momento do Brasil é bem propício. Motivo para fazer letra tem. O Ratos sempre foi chato com a gente mesmo neste lance de composição. A gente vai gravar o disco na certeza que tem que estar legal. A gente prefere demorar um pouco mais para lançar um disco ao invés de fazer um bagulho nas coxas.

Nestes 36 anos de banda, se pudesse voltar no tempo, o que faria diferente?
Não fumaria crack. Isso atrasou meu lado, perdi amigos. Vida pessoal ficou na merda, devendo para traficante. Mandamos o Jabá embora da banda, que era o fundador junto comigo. Esse tipo de coisas. Essas cagadas se eu não pudesse fazer seria bem melhor. Foi uma fase bem crítica, não sei como a banda não acabou e até conseguiu produzir coisas.


Edição: Gibran Mendes 
Via: Brasil de Fato

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Roger Waters volta ao Brasil em outubro de 2018 para shows em 7 capitais

Roger Waters - Cartaz da turnê "Us + Them" 
Roger Waters voltará ao Brasil para mais uma turnê em outubro de 2018. O ex-integrante do Pink Floyd trará a turnê “Us + Them” para sete capitais do País: São Paulo, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Rio, Curitiba e Porto Alegre.


Em São Paulo, Roger Waters tocará no dia 9 de outubro no Allianz Parque, a Arena do Palmeiras; em Brasília, no dia 13, no Estádio Mané Garrincha; e, em Salvador, no dia 17, na Itaipava Arena Fonte Nova.

Em Belo Horizonte, vai se apresentar no dia 21 de outubro no Estádio Mineirão; no Rio, no dia 24, no Maracanã; em Curitiba, no dia 27, no Estádio Couto Pereira; e, em Porto Alegre, tocará no dia 30 no Estádio Beira-Rio.

A turnê de Waters combina clássicos do Pink Floyd e novas canções de seu trabalho solo.
Músicas do seu mais recente álbum “Is This the Life We Really Want?” também farão parte dos shows no Brasil.

Para o público em geral de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, as vendas começam dia 14 de dezembro, a partir de 00h01 pela internet, no site da Tickets For Fun, e às 10 horas nas bilheterias oficiais (Citibank Hall, em São Paulo; no Km de Vantagens Hall BH, em Belo Horizonte;e no Km de Vantagens Hall RJ, no Rio de Janeiro), sem taxa de conveniência, e pontos de venda espalhados pelo Brasil.

Já para o público em geral de Brasília, Salvador, Curitiba e Porto Alegre, as vendas começam no dia 15 de dezembro, a partir das 00h01 pela internet no site da Tickets For Fun e às 10 horas nas bilheterias oficiais (na Fnac Park Shopping, em Brasília; na Itaipava Arena Fonte Nova, em Salvador; na Fnac, em Curitiba; e na Bilheteria Sunset do Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre) e pontos de venda espalhados pelo Brasil.

Clientes cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 11 e 13 de dezembro, começando às 21 horas do dia 11 de dezembro pelo site da Tickets For Fun e às 10 horas do dia 12 de dezembro nas bilheterias oficiais e pontos de venda espalhados pelo Brasil. A pré-venda exclusiva para clientes cartão Elo termina às 21 horas, do dia 13 de dezembro.

Para o show em São Paulo, a capacidade estimada na Arena do Palmeiras é de 45.500 pessoas. Os ingressos inteiros para a Pista Premium custam R$ 810,00. Para a Pista Comum, saem por R$ 380,00. A Cadeira Inferior terá entradas ao preço de R$ 550,00 e a Cadeira Superior custará R$ 330,00.

Quanto à apresentação em Brasília, a capacidade estimada no Estádio Mané Garrincha é de 54.390 pessoas. Os ingressos inteiros para a Pista Premium custam R$ 720,00. Para a Pista Comum, saem por R$ 340,00. A Cadeira Inferior terá entradas ao preço de R$ 490,00 e a Cadeira Superior custará R$ 240,00.

Para o show em Salvador, a capacidade estimada na Arena Fonte Nova é de 56.000 pessoas. Os ingressos inteiros para a Pista Premium e para o Lounge Premium custam R$ 710,00. Para a Pista Comum e Setor Norte Inferior, saem por R$ 300,00. Os setores Leste Inferior e Oeste Inferior terão entradas ao preço de R$ 420,00 e os setores Leste Intermediário e Norte Intermediário custarão R$ 260,00. O setor Superior, por sua vez, terá o preço de R$ 180,00.

Quanto à apresentação em Belo Horizonte, a capacidade estimada no Estádio do Mineirão é de 51.000 pessoas. Os ingressos inteiros para a Pista Premium custam R$ 720,00. Para a Pista Comum, saem por R$ 340,00. A Cadeira Inferior terá entradas ao preço de R$ 490,00 e a Cadeira Superior custará R$ 300,00.

Para o show no Rio de Janeiro, a capacidade estimada no Estádio do Maracanã é de 66.400 pessoas. Os ingressos inteiros vão custar R$ 720,00 para a Pista Premium e R$ 340,00 para a Pista Comum. A Cadeira Maracanã Mais (Leste e Oeste) terá o ingresso no valor de R$ 720,00. A Cadeira Inferior Leste e a Oeste têm ingressos a R$ 490,00. A Cadeira Superior Leste e a Cadeira Inferior Sul tem entradas no valor de R$ 300,00; e a Cadeira Superior 2 Sul e a Cadeira Superior Nível 5, por R$ 220,00.

Quanto à apresentação em Curitiba, a capacidade estimada no Estádio Couto Pereira é de 41.480 pessoas. Os ingressos inteiros para a Pista Premium custam R$ 720,00. Para a Pista Comum, saem por R$ 340,00. A Cadeira Social terá entradas ao preço de R$ 390,00, a Cadeira Pro Tork custará R$ 490,00 e a Arquibancada, R$ 220,00.

Para o show em Porto Alegre, a capacidade estimada no Beira-Rio é de 48.517 pessoas. Os ingressos inteiros para a Pista Premium custam R$ 765,00. Para a Pista Comum, saem por R$ 360,00. A Cadeira Inferior terá entradas ao preço de R$ 500,00 e a Cadeira Superior custará R$ 250,00. A Sky Box e a Cadeira Premium terão valor de ingresso de R$ 540,00.

Clientes cartão Elo poderão parcelar seus ingressos em até 8 vezes durante o período da pré-venda e terão este benefício estendido até 31 de dezembro de 2017. A partir de 1º de janeiro de 2018, poderão parcelar seus ingressos em até 3 vezes.

Já os clientes dos demais cartões poderão comprar seus ingressos a partir da abertura de vendas para o público geral com parcelamento em até 6 vezes até 31 de dezembro de 2017. A partir de 1º de janeiro de 2018, poderão parcelar seus ingressos em até 2 vezes.

A turnê “Us + Them” marca o retorno de Roger Waters para o Brasil desde 2012, quando esteve no país com a turnê The Wall Live (2010-2013), que foi vista por mais de 4 milhões de fãs ao redor do mundo, em 219 shows. A histórica apresentação de São Paulo, no Estádio do Morumbi, contou com a cobertura da imprensa do mundo inteiro.



Informações do Roque Reverso
http://gabrielhammer.blogspot.com.br/
 

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Guitarrista do Marillion desembarca, esta semana, em SP e RJ, com repertório especial




O renomado Steve Rothery promete emocionar aos fãs de São Paulo e Rio de Janeiro com a execução de clássicos do lendário grupo de rock progressivo, além de tocar o belo disco solo “The Ghosts of Pripyat” na integra

STEVE ROTHERY, uma das personalidades mais importantes da história do rock progressivo mundial, faz duas apresentações especialíssimas da turnê “Ghosts & Garden Parties” no Brasil nesta semana.

Acompanhado da formidável THE STEVE ROTHERY BAND, o famoso guitarrista toca em São Paulo (06/12 – Carioca Club) e Rio de Janeiro (07/12 – Teatro Rival) para executar dois sets imperdíveis: um com material do belo disco solo “The Ghosts of Pripyat” (2014) e outro exclusivamente com músicas raramente tocadas ao vivo da era “Fish”, do Marillion.

Os ingressos para ambas as performances continuam à venda pelo site Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/thesteverotheryband | http://www.clubedoingresso.com/thesteverotheryband-rj) e pontos autorizados pela empresa em São Paulo, Rio de Janeiro, Barueri, Carapicuíba, Curitiba, Jandira, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul e São Jose do Rio Preto, que você pode conferir pelo site do Clube do Ingresso. Mais informações nos serviços.


O guitarrista britânico STEVE ROTHERY é mundialmente conhecido por integrar a banda de rock progressivo Marillion, desde sua formação original de 1979. Seu modo de tocar combina o feeling e a melodia com técnica refinada, que resulta em riffs e solos fortemente técnicos, emotivos e reflexivos.

Suas principais influências vem de expoentes como Jeff Beck, David Gilmour, Andrew Latimer e Larry Carlton. Seus solos mais exaltados pelo público são os das músicas “Easter”, “Sugar Mice”, “This Strange Engine”, “Lavender”, “100 Nights”, “Incubus”, “Chelsea Monday”, “Ocean Cloud”, entre outros.

Em 2001, ROTHERY foi eleito o melhor guitarrista da cidade de Yorkshire, o maior condado histórico da Inglaterra, em enquete desenvolvida pela revista inglesa Total Guitar. STEVE ROTHERY também é integrante da banda de folk rock britânica The Wishing Tree.



Confira abaixo “Incubus” do Steve Rothery Band:


SERVIÇO SÃO PAULO

Overload orgulhosamente apresenta The Steve Rothery Band
Data: quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Local: Carioca Club – www.cariocaclub.com.br
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Abertura da casa: 19h30 | Showtime: 21h
Evento: Facebook

Classificação etária: 16 anos

Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

# SETORES/VALORES

– Pista: R$ 120,00 (meia-entrada/promocional*)

– Camarote: R$ 180,00 (meia-entrada/promocional*)

*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

# COMPRA PELA INTERNET – Clube do Ingresso
# PONTO DE VENDA: Bilheteria do Carioca Club
# Pontos de venda autorizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Barueri, Carapicuíba, Curitiba, Jandira, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul e São Jose do Rio Preto – Clube do Ingresso

SERVIÇO RIO DE JANEIRO
Overload orgulhosamente apresenta The Steve Rothery Band
Data: quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Local: Teatro Rival Petrobras
End: Rua Álvaro Alvim, 33 – Centro
Hora: 19h30 (abertura dos portões) | 21h (showtime)
Evento: Facebook
Censura: 18 anos

# SETOR/VALOR:
– Pista: R$ 120,00 (meia-entrada/promocional*)
– Mezanino: R$ 180,00 (meia-entrada/promocional*)

*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.
# COMPRA PELA INTERNET – Clube do Ingresso
# PONTO DE VENDA (sem taxa de conveniência): loja Sempre Música do Catete (R. Corrêa Dutra, 99 – Loja 216 – Catete) e loja Scheherazade (Rua Conde de Bonfim, 346 – Loja 209 – Tijuca)
# Outros pontos de venda autorizados: São Paulo, Rio de Janeiro, Barueri, Carapicuíba, Curitiba, Jandira, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul e São Jose do Rio Preto – Clube do Ingresso

**** Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
***** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;
****** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

 

 

Fonte: Imprensa do Rock

 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Os canadenses do We Are Wolves trazem seu electro-punk ao Brasil


FOTO: Divulgação
Depois de uma década de existência, 5 álbuns lançados e mais de 500 shows pela América do Norte, Europa e, até mesmo na China, a banda baseada em Montreal, We Are Wolves, finalmente vem à América do Sul. De 26 de novembro a 6 de dezembro, o trio trará sua inventiva mistura de electro-dance e noise-punk, pela primeira vez na carreira, para os seus fãs chilenos e brasileiros.

Através da iniciativa do SODEC Québec créatif, os três artistas visuais que, primeiro se tornaram músicos, se apresentarão no Pulsar Festival, na vibrante cidade de Santiago, de 26 a 28 de novembro, e na sequência vão para Valdívia para o Fluvial Fest, de 30 de novembro a 1º de dezembro. A última parada da banda será o Brasil, onde participam da SIM São Paulo de 7 a 8 de dezembro.

O mais recente álbum do We Are Wolves, Wrong, conta com um som mais ensolarado, pop e mesmo dramático para a banda, algo que eles apenas ensaiaram antes. Depois de uma frutífera e ampla carreira, a banda está mais madura e confiante do que nunca; Wrong é prova que esses lobos ainda estão à caça!

Até lá você pode conferir o clipe dirigido por Jérémy Saindon para a faixa I Don’t Mind, que a banda descreveu como uma estranha mistura entre Bee Gees usando ácido e a frieza sinistra de David Lynch.

SÃO PAULO
Data: 08 de Dezembro – SIM (Sao Paulo, Brasil)
23h

Assista I Don’t Mind:

Fonte: Universo do Rock
 

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