terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Palestra radiante

No show do novo álbum, Foo Fighters converte músicas em esquetes que são aula e ao mesmo tempo espécie de parque temático do rock.

O vocalista, guitarrista e mestre de cerimônia do Foo Fighters, Dave Grohl, com a contumaz empolgação
O vocalista, guitarrista e mestre de cerimônia do Foo Fighters, Dave Grohl, com a contumaz empolgação

Não é só mais um show de rock para 30 mil pessoas em um estádio. Não é só uma banda consagrada apresentando as músicas do disco novo e repetindo seus grandes sucessos, que é o que o público realmente quer ouvir. Se fosse assim, já seria ótimo, mas a apresentação do Foo Fighters na noite deste domingo (25/2), no Maracanã, é muito, muito mais. Supera o protocolo adotado por dez entre dez artistas seja de que segmento for e aponta para o improviso, ainda que de certo modo planejado, e para o desenrolar de um repertório apresentado de forma única, desenvolvida ano após ano, turnê após turnê, meio intuitivamente, por uma sólida formação que já dura, sobre o palco, mais de 10 anos. Com o Foo Fighters, uma música tocada ao vivo jamais é igual a ela própria, tocada em outra 
turnê.

Para se ter uma ideia, na primeira meia hora só cabem quatro músicas, convertidas que são em versões alongadas instrumentalmente, com interstícios para a participação da cantoria do povaréu, ou com inserções nem sempre oportunas – vamos e venhamos – de um empolgadaço Dave Grohl. Ele é a figura central da apresentação e já sobe no palco com a pré-disposição de botar pra quebrar, correndo de lado a outro do palco e cantando/gritando furiosamente. Com mais dois guitarristas (Chris Shiflett e Pat Smear) e o tecladista Rami Jaffee, Grohl se dá ao luxo de tocar assim, assim, enquanto deixa emergir a veia daquele que entretém, para a satisfação de uns e o desalento de outros, como acontece com grandes ícones do rock em todas as épocas. Que rende momentos engraçados e outros enfadonhos, não tenha dúvida.

Dave Grohl, à direita, e o baterista Taylor Hawkins, no fundo, único que divide protagonismo com ele
Dave Grohl, à direita, e o baterista Taylor Hawkins, no fundo, único que divide protagonismo com ele

A abertura é com “Run”, o indigesto single do novo álbum, “Concrete and Gold”, prontamente reconhecida pelo público, que realça o groove e a espécie de “batida de maracatu” imposta pelo batera Taylor Hawkins, em contraposição ao vocal gritado de Grohl, tudo no mais sutil Soulfly/Sepultura style. O público se acaba é na sequência, que inclui – tudo estendido - clássicos como “The Pretender”, com um ótimo duelo de Dave Grohl com Shiflett, e “Learn to Fly”, quando o desafio do vocalista é com um poderoso Hawkins. Na maior parte do tempo, a banda, acrescida por três vocalistas de apoio anônimas em algumas músicas, parece brincar de estátua para que o chefão Grohl brilhe à frente, à exceção de Taylor Hawkins, o “primeiro flerte” do vocalista, segundo ele próprio em uma de suas tiradas.

E Hawkins brilha em várias partes do show. Na mais extravagante, canta a música “Sunday Rain”, outra das novas, depois de um rápido solo, enquanto a bateria é erguida a uns oito metros de altura por um mecanismo pantográfico no maior estilo Kiss. Mais adiante, na apresentação dos músicos, em esquete quase humorística, faz as vezes de Freddie Mercury no Rock In Rio de 1985, decalcando a inigualável performance de “Love Of My Life”, com o público, embora jovem, fazendo sua parte direitinho. “Esse é o verdadeiro Rock In Rio”, diz Grohl, sem citar que o Foo Fighters estreou no Brasil na edição de 2001 do festival. Hawkins ainda troca de lugar com Grohl, que assume as baquetas em uma versão certinha para “Under Pressure”, de Queen + David Bowie, cujo nome infelizmente não é citado.

O guitarrista Chris Shiflett, agora com o look e também tocando como guitar hero no Foo Fighters
O guitarrista Chris Shiflett, agora com o look e também tocando como guitar hero no Foo Fighters

O momento apresentações da banda, que tem sido aperfeiçoado turnê após turnê, ainda tem Chris Shiflett cantando na versão de “Under My Wheels”, de Alice Cooper, e os sem jeito Nate Mendel (baixo) e Pat Smear (guitarra) mandam, respectivamente, um trecho de “Another One Bites the Dust”, também do Queen, e Blitzkrieg Bop, do Ramones. A homenagem maior, contudo, vem no bis, quando a imagem de Malcolm Young, o guitarrista do AC/DC, morto no final do ano passado, aparece no telão, com a banda tocando “Let There Be Rock”, música tema do filme de mesmo nome, forte influência para Grohl decidir montar bandas. Com tanto plus a mais, o show bate as duas hora e meia de duração, em um roteiro que, se é verdadeiro espetáculo temático do rock de várias épocas, além do show do FF em si, pode não ser tão bem compreendido pelo público, como se fosse uma primeira aula de uma matéria pouco estudada nesses tempos tão estranhos.

Pode não parecer, mas o cenário é também incomum, a começar pelo telão central, no formato de losango retângulo que remete à capa de “Concrete and Gold”. A iluminação, em pequenos spots quadrados de led, aparece em barras partidas três a três que assumem configurações diversificadas a cada música, e o uso de raio laser, seja projetando o logo da banda sobre os equipamentos, ou no clássico “raio de sol”, é aplicado durante toda a noite. Parece que não, mas são detalhes que contribuem para a pecha de “única” para a apresentação. Do disco novo, entram ainda “Make It Right”, que passa batida no meio do show ante ao desinteresse total da plateia, insensibilizada com um riff dos bons, e a marcial “The Sky Is a Neighborhood”, cujo tom épico e o apoio das vocalistas têm bom eco na multidão.

O discreto baixista Nate Mendel, junto com Taylor Hawkins: cozinha certeira para a guitarra brilhar
O discreto baixista Nate Mendel, junto com Taylor Hawkins: cozinha certeira para a guitarra brilhar

Apesar da ausência de números como “I’ll Stick Around”, “Congregation” e “Arlandria”, na contabilidade final o repertório tem músicas dos nove álbuns de estúdio da banda, à exceção de “Sonic Highways” (2014), talvez por ser um projeto específico com a participação de vários músicos. 

Direcionada aos fãs old school (teve a tradicional pergunta de quem estava no show do FF pela primeira vez), “Breakout” recebe adesão imediata, assim como a boa “Hope”, do álbum “Wasting Light”, de 2011, talvez o último grande trabalho da banda. A primeira parte é encerrada em grande estilo com “Best of You”, e o bis, curto – mas eram duas hora e meia! – termina com a participação geral da plateia em “Everlong”. O fim de um show que, pelos contornos singulares, possivelmente será bem diferente no futuro. Quem viu, viu. Quem não viu, veja.

Set list completo:
1- Run
2- All My Life
3- Learn to Fly
4- The Pretender
5- The Sky Is a Neighborhood
6- Rope
7- Sunday Rain
8- My Hero
9- These Days
10- Walk
11- Breakout
12- Make It Right
13- Under My Wheels
14- Another One Bites the Dust/Blitzkrieg Bop/Love of My Life/Blitzkrieg Bop
15- Under Pressure
16- Monkey Wrench
17- Times Like These
18- Best of You
Bis
19- This Is a Call
20- Let There Be Rock
21- Everlong

O tecladista Rami Jaffee, Dave Grohl, Taylor Hawkins e Nate Mendel, com o losango retângulo atrás
O tecladista Rami Jaffee, Dave Grohl, Taylor Hawkins e Nate Mendel, com o losango retângulo atrás 


Fonte: Rock em Geral

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O lançamento do álbum ‘Roots’, do Sepultura

Há exatos 20 anos, uma revista e um programa de rádio independentes furaram esquemas oficiais e tocaram o material em primeira mão. Foto: Reprodução/Internet. 

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Meus amigos, o que é a natureza. O tempo passa, o tempo voa e lá se vão 20 anos do álbum “Roots”, do Sepultura, o de maior repercussão deles e o último com a chamada formação clássica. Um disco ousado e bastante controverso por misturar ritmos brasileiros como o imaculado - pero no mucho - heavy metal, mas que consagrou mundo afora o jeito Sepultura de se fazer heavy metal, além de influenciar novas gerações de bandas do gênero e não só no Brasil. E isso sem falar no Soulfly e adjacências, que seguem, na maior parte do tempo, reproduzindo a, digamos assim, fórmula “Roots” para todo o sempre.


Mas não era isso que eu queria dizer. O que eu quero contar é que quem lançou “Roots” no Brasil foi esteve que vos escreve, num verdadeiro furo de reportagem que nem sempre é possível fazer quando se trabalha no meio independente. Oficialmente, a data de lançamento de “Roots” é 20 de fevereiro, mas, há 20 anos, o mundo era diferente. Hoje, quando chega a data oficial de um lançamento fonográfico, o material já vazou há tempos, e todo mundo que se interessa por aquele artista já sabe do que se trata. Em 1996, não. Por isso, quando foi ao ar a edição dia 23 de fevereiro do programa EP Vanguarda, na Rádio Rio de Janeiro AM, às 11 da matina, o Brasil ouvia, pela primeira vez todas – eu disse todas – as faixas de “Roots” em primeira mão.

Isso porque, a época, eu representava a saudosa Revista Dynamite, cuja sede era em São Paulo, no Rio, e recebi um advance do tal disco do chefão André Cagni, o Pomba, que por sua vez recebera o material do nosso correspondente em Londres, Celso Barbieri. Lá na Inglaterra, um pré-lançamento do disco havia sido feito, cópias de um CD com as músicas foi distribuído para alguns jornalistas e Barbieri mandou uma para cá. Em princípio, ingênuo, não saquei a importância, mas ao contar para as intrépidas irmãs Andrea e Adriana Cassas, diretoras do programa e parceiras na época, elas logo viram que aquilo tinha que ir ao ar o mais rápido possível.

Nem foi tão rápido assim, porque estávamos no período de Carnaval, e o programa com o lançamento do disco ficou para a sexta depois do fim da festa. Uma data que talvez não tivesse tanta audiência, né? Qual nada, meus amigos. Ocorre que O Globo (não consegui o print do arquivo deles) e o saudoso Jornal do Brasil ficaram sabendo, deram matérias e a coisa quase não sai. Isso porque a gravadora da banda já tinha fechado um acordo com a poderosa Rádio Cidade, que iria fazer o lançamento do álbum justamente naquela sexta, só que às 18h, no badalado programa comandado por Monika Venerábile, uma das locutoras reveladas na Fluminense FM, minha grande referência no rock em todas as épocas. Se bobear, a Cidade até antecipou o lançamento para o mesmo dia, para tentar diminuir o gap entre uma coisa e outra.

Antes disso, a Rádio e a gravadora, ao tomarem conhecimento de que seriam furados por uma nanica concorrência, trataram de tentar impedir que o EP Vanguarda fosse ao ar. Recebi telefonemas que nos ameaçavam de tudo, inclusive de denúncias a órgãos federais de controle, que poderiam tirar o sinal da rádio do ar no horário do programa. Foi ficando legal, né? Confesso que pensei algumas vezes em ao menos adiar o lançamento do disco para a semana seguinte, mas as destemidas Andrea e Adriana puxaram a minha orelha e fui convencido a fazer o que deveria ser feito. E assim colocamos no ar, no dia 23 de fevereiro de 1996, em primeira mão para o Brasil, todas as músicas do álbum “Roots”, do Sepultura. Com comentários e análises deste que vos escreve, mesmo que não se soubesse exatamente o título de algumas das músicas.

A história, contudo, tem um complemento que acredito nunca ter contado. Após o programa, como de hábito, fomos para o QG das Cassas e lá ficamos até a noite, para acompanhar o que seria o lançamento oficial da Rádio Cidade. Obviamente, como é hábito em uma rádio que jamais satisfez os entusiastas do rock em qualquer uma de suas fases, não foi tocada a íntegra do disco, muito menos havia alguém para dar um contexto jornalístico. Se bobear, esse lançamento só foi feito através de permutas de idoneidade duvidosa. Mas isso é o de menos. O que eu quero dizer é que, durante o programa, foi sorteada uma camisa importada já com o logo de “Roots”, e o ganhador – e ainda tem mais essa – foi este que vos escreve. Ou seja: furamos os caras e ainda levamos o brinde deles como troféu. Roots bloody roots!

Portanto, se você que vai a tudo o que é show de rock encontrar um sujeito bem apessoado com um camisão cinza de mangas compridas, com o bolso esquerdo bordado com a logo de “Roots” nas cores da bandeira do Brasil, saiba que esse cara sou eu. Sim, uso até hoje, em poucos dias do ano de um Rio de Janeiro indiferente ao inverno. Saiba também que por trás dessa farda há essa história que acabo de contar, e que, assim como eu, essa camisa vem de longe. Muito longe.


Até a próxima, e long live rock’n’roll!!!

Fonte: Rock em Geral

 




 


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Os mitos e as verdades por trás da vida de Bon Scott

Em formato de biografia, livro do jornalista Jesse Fink conta novos fatos sobre a suspeita morte do primeiro e lendário vocalista do AC/DC


No fim de 2017, fãs de todo o planeta se consternaram com a morte de Malcolm Young, um dos irmãos fundadores do AC/DC. E essa não foi a primeira vez que a morte rondou a existência de uma das maiores bandas de seu gênero da história.

Bon Scott, primeiro e talentoso vocalista do AC/DC, virou uma lenda entre os fãs de rock depois de sua morte precoce, aos 33 anos, no auge da carreira.

Diz a história que, na madrugada do dia 19 de fevereiro de 1980, após um show, ele morreu de intoxicação alcoólica dentro do carro de um amigo. Mas qual a verdade por trás disso?

Há alguns novos fatos que mostram que essa talvez não tenha sido a real causa de sua morte. Além disso, muitos dizem que o Back In Black – álbum de rock mais vendido de todos os tempos e creditado apenas aos irmãos Young e a Brian Singer – teve na verdade uma grande participação de 

Bon. Será mito? Ou há de fato evidências que comprovem isso?

Para desvendar esses mistérios, o jornalista Jesse Fink entrevistou, durante 3 anos, pessoas ligadas a Bon e pesquisou documentos e fotos nunca antes acessados, resultando em sua mais recente obra: Bon: a última Highway (Benvirá, R$ 54,90). Levando o leitor de volta ao intenso período de formação da banda, o livro reconstitui os últimos passos do vocalista e faz o leitor conhecer fatos até então inéditos sobre a história dele.


SOBRE O AUTOR
 
Jesse Fink nasceu em Londres, em 1973. Ele é jornalista e autor do best-seller Os Youngs: os irmãos que criaram o AC/DC, lançado em mais de vinte países. Bon: a última highway é seu quarto livro. Ele vive com a esposa e a filha e divide seu tempo entre Sydney, na Austrália, e São Paulo.


Fonte: Universo do Rock



 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Diana Krall inclui o Brasil na turnê mundial do álbum “Turn Up The Quiet”

 
A turnê mundial 2017-2018 de Diana Krall, para o lançamento do disco “Turn Up The Quiet” inclui três cidades brasileiras: Brasília (24/04), Curitiba (26/04) e São Paulo (28/04), trazida pela Dançar Marketing, responsável pela vinda da artista em 2007, 2008 (quando gravou o DVD “Live in Rio”), e em 2010.

A artista é a única cantora de jazz a ter oito álbuns de estreia no topo da Billboard Jazz Albums. Até o momento, ela já conquistou cinco prêmios Grammy®, oito prêmios Juno® e ganhou nove certificações de ouro, três de platina e sete de multi-platina. A arte única de Krall continua a transcender com o lançamento de “Turn Up The Quiet” e sua turnê mundial.

Pianista de jazz e cantora de renome mundial, gravou “Turn Up The Quiet” pela Verve Records/ Universal Music Canada com co-produção de Tommy LiPuma, vencedor do Prêmio Grammy e produtor de aclamados álbuns de Krall, incluindo “All For You”, “The Look Of Love” e “Live In Paris”.

Krall sempre resgatou riquezas musicais do passado para animar e habitar interpretações no momento presente, mas em “Turn Up The Quiet” ela sacode qualquer pó restante de algumas das melhores histórias no maior de seus álbuns.

Canadense, Diana começou a tocar piano aos quatro anos, e já no colegial integrava um grupo de jazz, na cidade de Vancouver. Começou a carreira artística se apresentando, aos 15 anos, em restaurantes, quando chamou a atenção de professores e ganhou bolsa de estudos na renomada Berklee College Of Music, em Boston.

De mudança para Los Angeles, estudou com Jimmy Rowles, mas foi em Nova York, nos anos 90, que alcançou sucesso internacional. Casou com o músico Elvis Costello, em 2003, com quem teve gêmeos, e marca sua fase de compositora, com o álbum “The Girl in the Other Room” (2004). Dois anos depois ela lançou o disco “From this Moment on”, interpretando músicos sagrados de jazz, como Cole Porter e Irving Berlin, entre outros. Desde então, Diana Krall não para de colher sucessos pelo mundo. 


Fonte: Universo do Rock

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Prestes a desembarcar no Brasil, Foo Fighters vence Grammy Awards na categoria “Best Rock Song”


Foto: Brantley-Gutierrez
Banda concorreu ao lado de grandes nomes como Metallica e Avenged Sevenfold

Prestes a desembarcar no Brasil para a sua mais importante turnê no País em 24 anos de carreira, a banda norte-americana FOO FIGHTERS conquistou prêmio na categoria “Best Rock Song”, durante a 60º edição do Grammy Awards. A cerimonia aconteceu, no último domingo (28/01), no Madison Square, em Nova York (EUA). O grupo concorreu com a música “Run”, um dos principais singles do álbum “Concrete And Gold”. Outros concorrentes indicados na categoria foram: METALLICA – “Atlas, Rise!”, K. FLAY – “Blood in the Cut”, NOTHING MORE – “Go To War” e AVENGED SEVENFOLD – “The Stage”.

Devido ao sucesso de vendas, Foo Fighters e Queens of the Stone Age farão uma apresentação extra em São Paulo. A data, que já está acertadíssima, será no dia 28 de fevereiro, no Allianz Parque. A turnê tem realização da Live Nation Brasil e é apresentada pelo Banco do Brasil. Confira abaixo todas as datas da turnê pelo Brasil:

Rio de Janeiro (25/02 – Estádio do Maracanã), São Paulo (27-28/02 – Allianz Parque), Curitiba (02/03 – Pedreira Paulo Leminski) e Porto Alegre (04/03- Estádio Beira Rio).

Os ingressos para o segundo show em São Paulo de Foo Fighters e Queens of the Stone Age estarão disponíveis em pré-venda exclusiva no dia 27/11 para clientes Ourocard Black, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite Estilo; e 28 e 29/11 para as demais modalidades de cartões Ourocard. Para o público em geral, as vendas começam no dia 30/11. Todos os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.eventim.com.br e por outros pontos de venda credenciados. Confira as informações completas no serviço do release.

A banda de abertura em todas as datas no Brasil será o Ego Kill Talent.

SERVIÇOS:
RIO DE JANEIRO
Data: 25 de fevereiro de 2018
Local: Estádio do Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco, Portão 3 – Maracanã,
Ingressos:
Pista Premium / Bud Zone – R$ 720 (inteira) / R$ 360 (meia)
Cadeira Maracanã Mais – R$ 560 (inteira) / R$ 280 (meia)
Cadeira inferior lounge leste – R$ 520 (inteira) / R$ 260 (meia)
Cadeira inferior leste – R$ 460 (inteira) / R$ 230 (meia)
Cadeira inferior oeste – R$ 460 (inteira) / R$ 230 (meia)
Cadeira inferior leste – R$ 360 (inteira) / R$ 180 (meia)
Pista – R$ 390 (inteira) / R$ 195 (meia)
Cadeira inferior sul – R$ 260 (inteira) / R$ 130 (meia)
Cadeira superior sul – R$ 220 (inteira) / R$ 110 (meia)
Cadeira superior nível 5 – R$ 220 (inteira) / R$ 110 (meia)

SÃO PAULO
Data: 27 de fevereiro de 2018
Local: Allianz Parque: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, 200
Ingressos:
Pista Premium / Bud Zone – R$ 740 (inteira) / R$ 370 (meia)
Pista – R$ 390 (inteira) / R$ 195 (meia)
Cadeira inferior – R$ 490 (inteira) / R$ 245 (meia)
Cadeira Superior – R$ 270 (inteira) / R$ 135 (meia)

SÃO PAULO
Data: 28 de fevereiro de 2018
Local: Allianz Parque: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, 200
Ingressos:
Pista Premium / Bud Zone – R$ 740 (inteira) / R$ 370 (meia)
Pista – R$ 390 (inteira) / R$ 195 (meia)
Cadeira inferior – R$ 490 (inteira) / R$ 245 (meia)
Cadeira Superior – R$ 270 (inteira) / R$ 135 (meia)

CURITIBA
Data: 02 de março de 2018
Local: Pedreira Paulo Leminski – Parque das Pedreiras: Rua João Gava, 970 – Bairro Abranches
Ingressos:
Pista Premium/ Bud Zone – R$ 880 (inteira) / R$ 440 (meia)
Pista – R$ 440 (inteira) / R$ 220 (meia)
Camarotes – R$ 800 (inteira) / R$ 400 (meia)

PORTO ALEGRE
Data: 04 de março de 2018
Local: Estádio Beira-Rio: Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas
Ingressos:
Pista Premium / Bud Zone – R$ 680 (inteira) / R$ 340 (meia)
Pista – R$ 360 (inteira) / R$ 180 (meia)
Cadeira inferior – R$ 420 (inteira) / R$ 210 (meia)
Cadeira superior – R$ 250 (inteira) / R$ 125 (meia)



Fonte: Universo do Rock

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Dolores O’Riordan, vocalista do The Cranberries, morre aos 46 anos

 
A vocalista da banda The Cranberries, Dolores O’Riordan, faleceu nesta segunda-feira aos 46 anos, informou seu agente ao Daily Mail. Ainda não há detalhes sobre a causa da morte, mas o agente da cantora, que deixa três filhos, afirmou:

“Os membros de sua família estão devastados em saber da notícia e pedem por privacidade nesse momento muito difícil.”

De acordo com o The Sun, Dolores estava em Londres realizando gravações. A polícia foi chamada às 9h de Londres num hotel em Park Lane. “Uma mulher de aproximadamente 40 anos foi declarada morta na cena. Neste momento, a causa da morte está sem explicações.


Dolores e o Cranberries fizeram sucesso nos anos 1990 com músicas como “Linger”, “Zombie” e “Ode to My Family”. O grupo se separou em 2003 e voltou à ativa em 2009.

O último CD da banda foi o acústico “Something Else”, lançado em 2017, e em 2012 eles lançaram o disco de inéditas “Roses”. Dolores também tem dois álbuns solo: “Are You Listening?” e “No Baggage”.

O Cranberries estava em turnê no ano passado, mas precisou cancelar shows por conta de um problema na coluna da vocalista.

 “Estamos devastados com a morte de nossa amiga Dolores. Ela era um talento extraordinário e nos sentimos muito privilegiados por temos sido parte de sua vida a partir de 1989 quando começamos os Cranberries. O mundo perdeu uma verdadeira artista hoje”, escreveu a própria banda no Twitter.

 

Fonte: Papel Pop
Adaptação: #TeamGHammer

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Roger Waters, o gênio criativo do Pink Floyd, desembarca ao Brasil em 2018

FOTO: Kate Izor / Divulgação
A turnê apresenta os destaques do trabalho inovador de Waters com músicas dos melhores álbuns do Pink Floyd. Entre elas: Wish You Were Here, The Wall, Animals e Dark Side of The Moon. Músicas do seu mais recente álbum aclamado pela crítica, “Is This the Life We Really Want?”, também farão parte dos shows.

A turnê Roger Waters – Us + Them marca o retorno do artista para o Brasil desde 2012, quando esteve no país com a turnê The Wall Live (2010-2013), que foi vista por mais de 4 milhões de fãs ao redor do mundo, em 219 shows. E até hoje é a maior turnê de um artista solo na história. No país, Roger irá fazer sete apresentações em 2018 – São Paulo, dia 09 de outubro, no Allianz Parque; em Brasília, dia 13 de outubro, no Estádio Mané Garrincha; em Salvador, dia 17 de outubro, na Arena Fonte Nova; em Belo Horizonte, dia 21 de outubro, no Estádio do Mineirão; no Rio de Janeiro, dia 24 de outubro, no Estádio do Maracanã; em Curitiba, dia 27 de outubro, no Estádio Couto Pereira; e em Porto Alegre, dia 30 de outubro, no Estádio do Beira-Rio.


SERVIÇOS:

SÃO PAULO (SP)
Data: Terça-feira, 09 de outubro de 2018.
Local: Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840 – Perdizes – São Paulo – SP
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 165 a R$ 810 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 165,00 R$ 330,00
PISTA R$ 190,00 R$ 380,00
CADEIRA INFERIOR R$ 275,00 R$ 550,00
PREMIUM ELO R$ 405,00 R$ 810,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

BRASÍLIA (DF)
Data: Sábado, 13 de outubro de 2018.
Abertura de portões: 17h
Horário: 21h30
Local: Estádio Nacional Mané Garrincha – Asa Norte, Brasília – DF
Ingressos: de R$ 120 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 120,00 R$ 240,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA INFERIOR R$ 245,00 R$ 490,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

SALVADOR (BA)
Data: Quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Local: Itaipava Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré, Salvador
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 90 a R$ 710 (ver tabela completa)
SUPERIOR R$ 90,00 R$ 180,00
LESTE INTERMEDIÁRIO R$ 130,00 R$ 260,00
NORTE INTERMEDIÁRIO R$ 130,00 R$ 260,00
PISTA/NORTE INFERIOR R$ 150,00 R$ 300,00
OESTE INFERIOR R$ 210,00 R$ 420,00
LESTE INFERIOR R$ 210,00 R$ 420,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 355,00 R$ 710,00
LOUNGE PREMIUM R$ 355,00 R$ 710,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

BELO HORIZONTE (MG)
Data: Domingo, 21 de outubro de 2018
Local: Estádio do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 150 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 150,00 R$ 300,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA INFERIOR R$ 245,00 R$ 490,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

RIO DE JANEIRO (RJ)
Data: Quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Local: Estádio do Maracanã – Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro – RJ
Abertura dos Portões: 17h
Horário: 21h
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR 2 SUL R$ 110,00 R$ 220,00
CADEIRA SUPERIOR NIVEL 5 R$ 110,00 R$ 220,00
CADEIRA INFERIOR SUL R$ 150,00 R$ 300,00
CADEIRA SUPERIOR LESTE R$ 150,00 R$ 300,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA INFERIOR LESTE R$ 245,00 R$ 490,00
CADEIRA INFERIOR OESTE R$ 245,00 R$ 490,00
CADEIRA MARACANÃ MAIS LESTE R$ 360,00 R$ 720,00
CADEIRA MARACANÃ MAIS OESTE R$ 360,00 R$ 720,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

CURITIBA (PR)
Data: Sábado, 27 de outubro de 2018
Abertura dos Portões: 17h
Apresentação: 21h30
Local: Estádio Couto Pereira – R. Ubaldino do Amaral, 37 – Alto da Glória, Curitiba – PR
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
ARQUIBANCADA R$ 110,00 R$ 220,00
PISTA R$ 170,00 R$ 340,00
CADEIRA SOCIAL R$ 195,00 R$ 390,00
CADEIRA PRO TORK R$ 245,00 R$ 490,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 360,00 R$ 720,00
Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI

PORTO ALEGRE (RS)
Data: Quarta-feira, 30 de outubro de 2018.
Local: Estádio Beira-Rio – Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas – Porto Alegre -RS
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
CADEIRA SUPERIOR R$ 125,00 R$ 250,00
PISTA R$ 180,00 R$ 360,00
CADEIRA INFERIOR R$ 250,00 R$ 500,00
SKY BOX R$ 270,00 R$ 540,00
CADEIRA PREMIUM R$ 270,00 R$ 540,00
PISTA PREMIUM ELO R$ 382,50 R$ 765,00


Pela Internet: AQUI
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: AQUI 


Fonte: Universo do Rock

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